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Vida e Saúde - Blog

Queimaduras: como prevenir e tratar?

quarta, 06 de outubro de 2021

Incidentes relacionados a queimaduras são considerados um problema de saúde pública. De acordo com o Ministério da Saúde, ocorrem cerca de 1 milhão de casos por ano, onde aproximadamente 10% deles necessitam de atendimento hospitalar.

Para demonstrar ainda mais a gravidade das queimaduras, são registrados 2500 óbitos anuais decorrentes de queimaduras, principalmente por infecções causadas a partir dos ferimentos, onde o risco aumenta de acordo com a gravidade e profundidade da queimadura.

A maior causa de queimaduras são os acidentes domésticos envolvendo o cozimento de alimentos, água fervente, churrasqueiras e ferro de passar. Mas os fogos de artifícios e a eletricidade também são causas comuns de queimaduras, assim como o contato com substâncias químicas e também a exposição solar excessiva.

Como são classificadas as queimaduras?

Para definir o tratamento mais adequado, as queimaduras são definidas e classificadas conforme o grau, a extensão e o agente causador. Vejamos

Graus de queimadura

Conforme a profundidade do ferimento, as queimaduras são classificadas em três graus. Essa classificação se dá conforme as camadas de pele atingidas

Primeiro Grau - são queimaduras que atingem somente a epiderme, que é a camada mais superficial da pele. Geralmente causam vermelhidão sem bolhas e um inchaço discreto, com dor e ardência local.

Segundo Grau - queimaduras deste tipo atingem parte da derme (segunda camada da pele), formando bolhas e causando dores mais fortes.

Terceiro Grau - é o tipo mais profundo, que atinge todas as camadas da pele, chegando aos músculos e até aos ossos. Nesses casos, a pele fica necrosada (morte do tecido), deixando uma aparência esbranquiçada ou com aspecto carbonizado. Por conta da profundidade, não há dor, uma vez que a lesão consome as terminações nervosas responsáveis por essa sensação.

Extensão e agentes causadores

Além do grau, as queimaduras também são classificadas conforme a extensão e o tipo de agente causador. É isso que também irá determinar o tipo de tratamento de cada uma.

No caso da extensão, ela é representada conforme a porcentagem da área queimada

  • queimaduras leves são as que atingem 10% ou menos do corpo
  • queimaduras médias afetam de 10% a 20% da superfície corporal
  • - queimaduras graves compreendem mais de 20% do corpo

Quanto aos agentes causadores, eles se dividem em

Agentes físicos - térmicos, elétricos e radiantes.

  • Térmicos: líquidos ou gordura quente, vapor, ferro quente e fogo
  • Elétricas: alta tensão, corrente de baixa voltagem de eletrodomésticos e raios
  • Radiantes: exposição à luz solar ou fontes nucleares

Agentes químicos - substâncias industriais, produtos domésticos (solventes, soda cáustica, ácidos).

Agentes biológicos - de origem animal ou vegetal, como urtiga, taturanas, água viva, etc.

O que se deve ou não fazer em caso de queimadura?

Ao sofrer uma queimadura, independente do grau do ferimento, o primeiro passo é manter a calma para avaliar a gravidade e buscar formas de aliviar a dor.

Para isso, alguns passos podem ser seguidos

1. Inicialmente, procure resfriar a área atingida em água corrente, com jatos suaves e temperatura natural, por aproximadamente 10 minutos

2. Se a pessoa estiver usando qualquer tipo de acessório ou joias, é importante retirá-los imediatamente, antes que haja inchaço local

3. Nos casos mais sérios, cubra o local com gaze, pano ou toalha limpos e úmidos e procure um atendimento médico de emergência. É importante não utilizar compressas em áreas extensas por muito tempo, sob o risco de ocorrer hipotermia

Se a causa da queimadura for química, deve-se lavar o local por cerca de 20 minutos até que a substância seja removida. Caso haja ingestão, a vítima deve ser levada imediatamente ao hospital.

Nas queimaduras elétricas, o aparelho deve ser retirado da tomada o mais rápido possível ou a energia desligada. Leve-a imediatamente ao hospital. LEMBRE-SE! Não toque na pessoa que estiver tomando uma descarga elétrica!

O que NÃO fazer em caso de queimadura!

Na intenção de amenizar o problema - e muitas vezes baseadas em crendices -  as pessoas acabam agindo de forma equivocada e aumentando o problema da queimadura. Veja a seguir o que não se deve fazer nesses casos

  • - não coloque gelo no local do ferimento, já que temperaturas negativas também queimam
  • jamais confie em dicas caseiras: não coloque pasta de dente, café ou clara ovo sobre a queimadura, pois não resolvem e podem causar infecção.
  • não fure as bolhas decorrentes da queimadura, pois a pele nova ainda não está totalmente formada e não deve ser exposta. No tempo certo, a bolha secará de forma natural.

Dicas para prevenir queimaduras

Grande parte das queimaduras ocorrem por acidentes domésticos. Por isso, com alguns cuidados é possível prevenir que elas ocorram.

Atualmente, um agravante necessita de ainda mais atenção, o uso de álcool em gel ou líquido, que aumentou significativamente por conta da pandemia do coronavírus. Portanto, vale lembrar

1. Ao manusear o álcool, não utilize fósforos ou isqueiros. É importante aguardar a secagem completa do produto, pois os casos de queimaduras nas mãos são bem comuns.

2. No caso do álcool em gel, prefira utilizá-lo somente em casos onde não haja água e sabão disponíveis, como nas idas ao supermercado ou outras saídas necessárias.

3. Sprays de álcool 70% devem ser evitados, principalmente perto de fontes de calor ou faíscas. álcool 70%, que podem servir como “lança-chamas”, perto de fonte de calor ou qualquer faísca.

Além dos cuidados com o álcool, também é imprescindível estar atento a outros detalhes do dia a dia, como por exemplo

  • manter as alças e cabos de panelas e frigideiras sempre para o lado de dentro do fogão, pois isso evita esbarrões que podem derramar o conteúdo quente e provocar queimaduras sérias
  • ter cuidado na hora de retirar os alimentos do forno, usando sempre luvas adequadas
  • não permitir a presença de crianças e animais domésticos perto de fontes de calor, como ferro de passar, fogão, churrasqueira, e também guardar produtos químicos fora do alcance, nas embalagens originais e bem vedados.

Frutas: principais nutrientes e vitaminas para uma alimentação saudável.

segunda, 27 de setembro de 2021

Inserir frutas no cardápio é essencial para ter uma alimentação saudável, já que elas fornecem minerais, fibras, vitaminas, antioxidantes - nutrientes que protegem e previnem o envelhecimento das células - e compostos que regulam o intestino.

Conforme os especialistas em nutrição, o ideal é consumir entre duas e três unidades de diferentes frutas diariamente.

Veja a seguir como as frutas podem contribuir para uma dieta balanceada e tornar sua rotina de alimentação mais nutritiva e gostosa!

As frutas e seus benefícios

As frutas, quando consumidas regularmente, trazem inúmeros benefícios para a saúde. Elas retardam o envelhecimento precoce, fornecem energia, são calmantes e exercem um papel fundamental no funcionamento correto do intestino.

Você sabia que o intestino é o responsável por 80% da imunidade do corpo? Por isso o consumo diário de frutas é tão importante!

Alimentação saudável, conheça as 8 frutas mais nutritivas

Todas as frutas, sem exceção, são bastante nutritivas. Contudo, algumas contém uma maior quantidade de vitaminas, minerais e nutrientes. Vamos conhecer quais são, para que você possa incorporá-las na alimentação a partir de hoje.

1. Maçã

A maçã está presente na fruteira da casa de praticamente todos os brasileiros. Inclusive, existe um provérbio inglês que diz "uma maçã por dia pode manter você longe do médico". A maçã é ótima para manter os níveis de colesterol estáveis, dificultando a absorção de gorduras e também de açúcares.

2. Banana

A banana é a mais brasileira de todas as frutas. Ela contém vitaminas B e C, triptofano (responsável por aumentar os níveis de serotonina) e também auxilia no controle do desejo por doces.

3. Pera

Você sabia que uma unidade média de pera contém apenas 98 calorias? Por isso é uma fruta ótima para ser inserida em dietas que têm como objetivo a perda de peso, além de ser rica em vitaminas A, C e do complexo B, água e fibras. A pera é um poderoso diurético e ainda ajuda a combater os gases estomacais e intestinais.

4. Melancia

A melancia é indicada para manter o corpo hidratado, além de conter vitaminas dos complexos A e B. É ideal para comer in natura e também para o preparo de sucos.

5. Abacate

Você já deve ter ouvido falar que o abacate é uma gordura "boa". Isso porque a gordura monoinsaturada presente na fruta eleva o colesterol bom, além de ser um ótimo hidratante para pele e cabelos, e também auxiliar na melhora da memória.

6. Uva

Por conter ação do resveratrol, a ingestão do bagaço da uva ajuda a diminuir consideravelmente o risco de doenças cardiovasculares. A uva tem, ainda, ação antioxidante e ajuda a combater o colesterol ruim.

7. Laranja

A laranja é conhecida por conter um alto teor de vitamina C, o que é indispensável para fortalecer o sistema imunológico, principalmente nesse momento de pandemia. Além disso, a laranja é rica em compostos anticancerígenos.

8. Melão

Possui altos índices de vitaminas A, B6 e 6, potássio, niacina (vitamina importante para o metabolismo), fibra dietética, ácido fólico e nutrientes que auxiliam a estabilizar a pressão arterial.

Agora que você já conhece os nutrientes e vitaminas presentes em algumas frutas, acrescente-as no seu dia a dia para ter uma alimentação saudável e balanceada.

Saúde mental: maneiras de estimular a mente aprendendo algo novo.

quarta, 22 de setembro de 2021

Cada vez mais as pessoas estão buscando alternativas para cuidar melhor da saúde mental. Seja indo a consultas regulares com um terapeuta ou investindo no aprendizado de algo novo, os indivíduos parecem entender o quão importante é a saúde mental e o quanto ela pode interferir no bem-estar.

Manter a mente ativa é uma das muitas formas de cuidar da saúde mental. Tanto para viver bem os dias de hoje quanto para garantir um futuro melhor, existem muitas maneiras para estimular o cérebro.

Assim como os exercícios físicos movimentam e exigem do corpo, o aprendizado faz o mesmo com o cérebro. Vamos conhecer algumas atividades fáceis de praticar no dia a dia?

Aprenda um novo idioma

Os conhecidos trava-línguas são ótimos para desafiar o cérebro, mas nada melhor do que aprender um novo idioma. Quando você aprende uma nova língua, o cérebro é desafiado a impor essas novas palavras no lugar daquelas que você já conhece, ou seja, da língua mãe.

Nunca é tarde para se inscrever em um curso de idiomas. E nada de se desculpar com a falta de tempo ou de recursos financeiros, existem muitos aplicativos gratuitos que você pode baixar no seu computador ou celular e fazer as atividades quando tem um tempo livre.

Desafie-se em um novo esporte

As atividades em academia podem ser um pouco tediosas para muitas pessoas. Por isso, que tal aprender um novo esporte? Existem opções para todos os estilos a exemplo de tênis, vôlei, futebol, ciclismo, natação.

Ao aprender um novo esporte, você garante muitos benefícios, o estímulo da produção de neurotransmissores, o desenvolvimento do processamento motor e o incentivo da memória.

Invista um tempo em jogos de estratégia

Hoje em dia existe uma gama muito grande de jogos que podem ser baixados gratuitamente no computador ou celular. Xadrez, sudoku, paciência e tantos outros jogos de estratégia ajudam a desenvolver a massa cinzenta do cérebro.

Além disso, jogando com frequência você estará estimulando a cognição (função básica do cérebro humano) e as sinapses (comunicação entre um neurônio e outro).

Aprenda a cozinhar uma nova receita

Você gosta de estar na cozinha e de se aventurar em receitas novas? Ao seguir todos os passos de uma receita, você está estimulando as áreas da concentração, está reduzindo o estresse e também está melhorando o desempenho do cérebro. Melhor ainda é tentar memorizar as receitas e repassá-las para os amigos.

Se jogue na música e na dança

Essas são duas atividades ótimas para o desenvolvimento do cérebro, pois precisamos pensar rápido, seja para reproduzir as notas musicais ou um passo da coreografia. Ao aprender novas músicas e coreografias, você vai estar desenvolvendo as áreas do cérebro responsáveis pela memória, pelos movimentos e pelo processamento auditivo. O bom é ir acrescentando sempre novas músicas e coreografias no repertório.

O aprendizado de coisas novas é sempre bom, não é mesmo? Por isso, não coloque nenhuma cobrança em você. Apenas escolha atividades que você goste e comece a praticar. Você vai estar passando um ótimo tempo e, ainda assim, estimulando o cérebro. 

Setembro amarelo: vamos falar do cuidado com a vida?

segunda, 20 de setembro de 2021

Apesar de se tratar de um assunto bastante delicado, o suicídio virou tema de uma importante campanha: o Setembro Amarelo, que é o organizado desde 2014 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM).

A campanha tem como data oficial do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, em 10 de setembro. No entanto, durante todo o ano, e principalmente no decorrer do mês em que é celebrada, a campanha traz abordagens sobre os cuidados com a saúde mental e a vida.

E por que este é um assunto que precisa ser abordado, sobretudo nos dias atuais? A resposta está nas estatísticas.

Todos os anos, no Brasil, são registrados mais de 13 mil suicídios. Mundialmente, são mais de 1 milhão de pessoas que tiram a própria vida, deixando suas famílias, amigos e toda a sociedade sem respostas para muitas perguntas. 

Infelizmente, esta é uma realidade bastante dura e triste, e que enfrenta diversos tabus. Por muito tempo, falar em suicídio era algo quase inaceitável. Para muitos, até mesmo considerado um "pecado".

O fato é que os casos vêm aumentando, principalmente entre os mais jovens, onde aproximadamente 96,8% estão relacionados a transtornos mentais, como depressão, transtorno bipolar e abuso de substâncias químicas.

Portanto, falar sobre o cuidado com a vida significa entender um pouco sobre os caminhos que levam o indivíduo a um ato extremo, a fim de oferecer apoio, e também entender a importância dos tratamentos de saúde mental em todas as fases e idades.

Sinal de alerta: quais os fatores de risco para o suicídio?

Existem alguns fatores que apontam para o risco de suicídio e que, muitas vezes, são negligenciados. Praticamente todos os casos de suicídio ocorreram com pessoas que apresentavam algum transtorno mental, tais como

  • - depressão
  • transtorno bipolar (TPB)
  • transtorno de ansiedade generalizada
  • esquizofrenia
  • transtornos relacionados ao uso de substâncias como álcool ou drogas ilícitas (crack e cocaína são as principais)
  • histórico pessoal (tentativa prévia aumenta as chances de uma nova tentativa)
  • fatores estressores crônicos, como perda de emprego, perda de um parente próximo, separação conjugal, etc
  • maus-tratos e abusos durante infância e adolescência
  • presença de doenças crônicas, sobretudo em fase terminal

Obviamente, o simples fato de uma pessoa possuir algum destes problemas não significa que ela é um suicida em potencial. É importante estar atento a outros aspectos psicossociais que podem agravar a situação.

Importância do tratamento psicoterapêutico e dos vínculos sociais

O fato de que a maioria dos casos de pessoas que tiram a própria vida está relacionado à presença de transtornos mentais leva à conclusão de que muitos deles poderiam ter sido evitados com ajuda profissional adequada.

Contudo, mesmo com a intervenção médica de um psiquiatra e com o uso de medicamentos, muitas vezes o indivíduo que sofre com transtornos dessa ordem não encontra o acolhimento necessário dentro de seu círculo social. Eis aí o importante papel da psicoterapia.

Por isso, observar as questões e comportamentos de pessoas que apresentem sinais de risco é fundamental para o salvamento de vidas. E quem sofre diretamente com o problema, deve encontrar meios de cuidado que viabilizem os tratamentos.

A principal mensagem do Setembro Amarelo talvez seja esta: a pessoa que pensa em tirar a própria vida deve saber que não está só! Mesmo quando não encontra um apoio próximo, existem recursos profissionais que podem ajudá-la.

Outro fator fundamental no cuidado com a vida é não julgar! É fundamental compreender e aceitar que cada um de nós sabe apenas sobre si e a dor do outro jamais poderá ser sentida na mesma intensidade. Portanto, oferecer apoio e compreensão e indicar caminhos para uma possível solução pode ser determinante para salvar a vida de quem estimamos.

Onde procurar ajuda?

Reconhecer os fatores de risco e as formas de proteção é o primeiro passo na busca por ajuda. Se você percebe que está enfrentando dificuldades e problemas emocionais que podem colocar sua vida em risco ou caso conheça alguém passando por situações que podem levar ao suicídio, procure ou indique um psiquiatra ou psicólogo.

Além disso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com voluntários treinados para atender pessoas que estejam passando por momentos críticos e de emergência, realizando atendimento de apoio emocional para prevenção do suicídio, de modo totalmente gratuito. As conversas podem ser por telefone através do 188, por e-mail ou chat 24.

5 dicas de como evitar acidentes domésticos.

quarta, 01 de setembro de 2021

Costumamos acreditar que nossa casa é o local mais seguro que existe, e essa ideia, é claro, tem bastante fundamento. No entanto, é mais comum do que se imagina que ocorram acidentes domésticos, especialmente com crianças e idosos.

Por isso, mesmo na segurança do lar, é preciso estar atento aos perigos que nos cercam, afinal, cuidado nunca é demais. Sejam situações ou objetos que parecem simples e inofensivos, podem ser uma ameaça em caso de desatenção.

No atual cenário de pandemia, onde as famílias tem passado mais tempo dentro de casa, o número de acidentes domésticos aumentou. Segundo dados apontados pela Universidade de São Paulo (USP), o percentual de pessoas com mais de 60 anos que sofreram quedas foi de 30%, contra 13% registrados antes da pandemia.

De acordo com o Ministério da Saúde, os acidentes domésticos são a principal causa de óbito entre crianças até 14 anos de idade. Anualmente, cerca de 3,6 mil crianças morrem vítimas de acidentes em casa e outras 111 mil precisam ser hospitalizadas.

Vejamos a seguir quais as causas mais comuns de acidentes domésticos e de que forma é possível evitá-los.

Acidentes domésticos mais comuns e suas principais causas

Dados do Sistema Único de Saúde (SUS), apontam que cerca de um terço dos atendimentos hospitalares por traumas e lesões são de pessoas com mais de 60 anos. Desses, 75% dos acidentes ocorrem em casa, e 34% das quedas acabam provocando algum tipo de fratura.

E ainda, 46% dos acidentes com pessoas idosas ocorre do deslocamento entre o banho e o quarto, geralmente à noite. Mas esse é apenas um dos perigos a que estamos sujeitos, independente da idade.

Abaixo, listamos as causas mais comuns de acidentes domésticos

  • - pisos molhados, úmidos ou encerados
  • andar de meias ou com calçados mal ajustados
  • móveis e objetos no meio do caminho
  • escadas com degraus irregulares
  • tapetes soltos, principalmente nos quartos e banheiro
  • ambientes mal iluminados
  • subir em bancos ou cadeiras sem apoio
  • soleiras das portas em desnível com o chão
  • objetos cortantes (facas, canivetes e tesouras)

5 dicas para evitar acidentes em diferentes áreas da casa

Confira a seguir dicas para evitar possíveis acidentes dentro de casa de acordo com cada cômodo

1. Cozinha

  • Na cozinha, sempre verificar se os botões do fogão foram fechados corretamente para evitar o vazamento de gás; manter o botijão do lado de fora da casa também é recomendado;
  • Ao cozinhar, mantenha sempre os cabos das panelas voltados para dentro;
  • mantenha os eletrodomésticos que são utilizados em menor frequência desligados da tomada;
  •  No escorredor de louça, nunca deixe facas e garfos com as pontas viradas para cima;
  •  Mantenha fósforos e acendedores em locais altos, longe do alcance de crianças. O mesmo vale para sacolas e saquinhos plásticos.

2. Lavanderia

  • Guarde os produtos de limpeza e outros materiais considerados tóxicos, sempre em lugares altos, e de preferência em armários fechados;
  • Mantenha os produtos em suas embalagens originais, sempre bem vedados;
  • Não reaproveite embalagens de alimentos para guardar produtos de limpeza, pois isso pode dificultar a identificação da substância.

3. Banheiro

  • No banheiro, lâminas cortantes devem ser guardados em local seguro, fora do alcance das crianças;
  • Secadores e pranchas não devem ser utilizados próxima à pia;
  • Evite deixar banquinhos no banheiro;
  • Se possuir banheira, deve-se esvaziá-la sempre após o uso;
  • Use pisos antiderrapantes e evite colocar tapetes e toalhas no chão sem que estejam presos com fita adesiva bem colante.

4. Quartos

  • Atenção com as quinas de mesas de cabeceira e da cama! Opte por bordar arredondadas ou use borrachinhas vendidas em lojas especializadas;
  • Mantenha cadeiras, mesas e poltronas longe das janelas;
  • Evite o uso de tapetes e prefira pisos antiderrapantes.

5. Área externa

  • Ao lavar as áreas externas (garagem, varandas etc) nunca deixe o piso molhado. Ao final, passe um pano com rodo, para evitar escorregões;
  • Ao utilizar escadas, procure fixá-las em algo ponto de apoio, ou peça ajuda para alguém segurá-la;
  • Não deixe soquetes sem lâmpada (isso vale para todos os cômodos da casa).

Como agir em caso de acidentes domésticos?

Uma dica importante é ter sempre à mão, em um local de fácil acesso e visibilidade, os números de telefone de emergência (193 dos Bombeiros e 192 do Samu). Também deixe um número de contato de alguém conhecido, seja amigo ou familiar.

Caso ocorra algum acidente, chame o socorro ou procure atendimento médico imediatamente. Mesmo que pareça algo bobo, tentar resolver o problema em casa pode agravar a situação.

Dicas de saúde: 5 hábitos saudáveis para incorporar na rotina.

segunda, 30 de agosto de 2021

Incorporar hábitos saudáveis na rotina pode ser um desafio, principalmente diante da correria de tantas tarefas e compromissos. Porém, algumas dicas de saúde merecem atenção, pois dessa forma é possível, inclusive, se tornar mais produtivo e disposto para os afazeres diários.

Por isso, a atenção à saúde e a busca por uma vida mais equilibrada, física e mentalmente, deve ser uma constante em nosso dia a dia. Do contrário, acabamos sucumbindo a doenças e problemas emocionais que drenam nossa energia e acabam nos prejudicando em todas as áreas da vida – pessoal, profissional e social.

Se você deseja que os hábitos saudáveis façam parte do seu cotidiano, confira as dicas de saúde que preparamos.

5 dicas de saúde para ter uma vida mais equilibrada

Ter uma vida saudável requer um pouco de disciplina, é verdade. Contudo, com determinação e foco é possível aderir a práticas que melhoram a saúde e nos deixam mais dispostos para o trabalho, a vida em família, e também para o lazer.

Além disso, buscar hábitos saudáveis pode significar, no médio e longo prazo, a prevenção de doenças graves. Consequentemente, também se evita a necessidade de tratamentos médicos caros e que acabam por atrapalhar os planos de quem é pego de surpresa.

Para evitar isso e ajudar você na missão de incorporar bons hábitos na rotina, preparamos uma lista com 5 dicas de saúde que podem promover o bem-estar e trazer mais qualidade de vida. Confira!

1. Abandonar vícios

Vícios são um grande problema para quem deseja manter uma vida mais saudável e equilibrada. E apesar de ser bastante difícil se livrar deles, é preciso procurar meios para abandoná-los, em nome da saúde e da qualidade de vida.

Seja o cigarro, a bebida alcoólica, ou mesmo alguns alimentos (sim, existe o vício por comida!), é fundamental procurar ajuda e tirar esse mau hábito da rotina.

2. Fazer terapia

Muitas pessoas resistem à ideia de fazer terapia, por achar estranho contar sobre sua vida e seus problemas pessoas a um estranho. Infelizmente, mesmo aqueles que lidam com transtornos psicológicos relutam em procurar ajuda profissional. Contudo, a terapia (ou psicoterapia) é uma das formas de encontrar mais equilíbrio e saúde, inclusive física.

Quantas vezes você se sentiu estressado, com fortes dores musculares e tensão? Essas, muitas vezes, são respostas do corpo para os problemas da mente que não recebem a devida atenção. Por isso, entre as dicas de saúde – e tão fundamental quanto a prática de exercícios e a boa alimentação – está a terapia.

3. Desenvolver o hábito da leitura e dos estudos

Exercitar o corpo é uma forma de ser mais saudável, e isso todos sabemos. Mas exercitar a mente também significa ter mais disposição e saúde. Por isso, é importante se manter atualizado, fazer cursos e se dedicar aos estudos e leituras, mesmo que sua vida profissional não dependa disso.

De todo modo, aprender é sempre uma boa forma de estimular as funções cerebrais, e isso auxilia na prevenção de diversas doenças.

Pense em algo que você sempre quis aprender, mas acabou deixando de lado... Quem sabe este seja o momento de tirar os planos da gaveta e desenvolver uma nova habilidade?

4. Não praticar a automedicação

A ingestão de medicamentos por conta própria é uma prática muito comum, bem mais do que deveria. Seja um simples comprimido para dor de cabeça, ou até mesmo um "remédio para dormir" que algum amigo ou familiar cedeu para ajudar em alguma fase mais estressante, em algum momento acabamos por ingerir medicamentos sem prescrição.

Mas a automedicação é um mau hábito que deve ser abandonado, em prol de uma vida mais saudável. Pois mesmo os medicamentos mais "inocentes", podem desencadear reações inesperadas, crises alérgicas ou, em alguns casos, deixar de fazer efeito devido à ingestão frequente.

Ao invés disso, faça consultas de rotina com seu médico e pergunte a ele quais medicações podem ser utilizadas nos casos mais simples, como dores de cabeça, má digestão, etc.

5. Realizar seus exames de rotina

Para fechar as dicas de saúde, seguindo o que foi dito acima, é fundamental manter em dia o check up médico e os exames de rotina.

Mesmo que você não tenha nenhum diagnóstico de doenças que necessitem de acompanhamento, os exames preventivos servem justamente para evitar que um problema de saúde se agrave.

Por isso, faça consultas regulares e realize seus exames de rotina regularmente.

Prevenção: como incluir práticas simples no seu dia.

quarta, 25 de agosto de 2021

A prevenção de doenças é um assunto que vem recebendo mais atenção da população a cada dia. Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, muitos de nós começamos a buscar maneiras de preveni-lo.

O mesmo acontece com outras doenças. E apesar de que nem todas podem ser prevenidas, a mudança em hábitos diários pode fazer uma grande diferença. Vamos conferir agora práticas simples que, se feitas diariamente, auxiliam na prevenção.

Como incluir a prevenção de doenças na rotina

Diferente do que se imagina, a prevenção parte de atitudes simples do cotidiano, e não de grandes ações que demandam esforço ou investimento financeiro. É claro que as consultas de rotina e os exames preventivos são necessários, mas a base da prevenção de doenças começa no nosso dia a dia. Confira algumas dicas a seguir!

Tenha uma alimentação saudável

Se você quer prevenir doenças, é importante manter uma alimentação saudável. Lembre-se que tudo que você ingere reflete diretamente no seu corpo. Por isso, a ingestão de vitaminas e nutrientes através dos alimentos é essencial.

Isso não quer dizer que você precisa excluir os doces e frituras para sempre. Mantenha uma rotina saudável e tenha momentos para fazer as exceções - aquelas comidas que você ama e que não são muito saudáveis.

Alimentos para evitar

  • - ricos em sal e açúcar;
  • ultraprocessados;
  • frituras;
  • embutidos;
  • enlatados;
  • gordurosos.

Alimentos para incluir

  • oleaginosas;
  • alimentos integrais;
  • peixes;
  • grãos;
  • frutas;
  • verduras;
  • legumes.

Além da alimentação saudável, a hidratação também é muito importante para o bom funcionamento do organismo. Lembre-se de beber, no mínimo, dois litros de água diariamente. Mas água pura, ok? Nessa contagem não entra café, chás e sucos.

Mantenha uma boa higiene

Você sabia que muitas doenças estão intimamente ligadas à falta de higiene? Doenças contagiosas e muito perigosas são transmitidas devido a higiene precária do corpo diferentes tipos de micoses, conjuntivite, problemas intestinais, hepatite e, inclusive, a gripe.

Por isso, cuidar bem do corpo é fundamental para prevenir doenças. Lavar as mãos com frequência, tomar banho diariamente e manter as unhas aparadas e limpas são hábitos simples e que devem fazer parte da rotina.

Além do cuidado com o corpo, é importante que a sua roupa, a sua casa e o seu ambiente de trabalho também sejam higienizados com frequência.

Seja ativo

O ser humano foi criado para estar em constante movimento, por isso o sedentarismo faz tão mal à saúde. Quando você mantém o corpo em movimento, você previne doenças. Ao fazer exercícios físicos regularmente (no mínimo 3x na semana), você afasta a diabetes, o colesterol, a obesidade, a hipertensão e a osteoporose.

Além disso, as chances de infarto são menores, pois o coração e a circulação sanguínea funcionam melhor. Outro benefício dos exercícios regulares é a melhora no condicionamento físico, na postura e no equilíbrio.

Consulte o médico regularmente

Ir ao médico regularmente também é uma forma de prevenção. Muitas doenças são silenciosas e podem estar atrapalhando o funcionamento do seu corpo sem você saber. O diagnóstico precoce é o melhor para qualquer doença, pois somente assim um tratamento adequado pode ser feito.

Consulte seu médico periodicamente, faça os exames solicitados e mantenha a carteirinha de vacinação em dia.

Cuide da saúde mental

Quando falamos em prevenção de doenças, temos a tendência de pensar apenas em doenças físicas. Mas a saúde mental é tão importante quanto a física. Sobretudo porque, quando algo não vai bem com as emoções, acaba refletindo em problemas físicos, como dores, tensão muscular, distúrbios alimentares, entre outros.

Portanto, fazer terapia é essencial, mesmo para quem não identificou um transtorno mental específico. Negligenciar as emoções e perigoso, mas dar vazão a elas é uma forma eficiente de prevenir diversas doenças.

Como você viu, algumas práticas simples, quando feitas diariamente, podem ajudar na prevenção de muitas doenças. Lembre-se: o mais importante é a qualidade e a constância dos cuidados!

Xixi noturno em adultos: saiba mais sobre a enurese.

terça, 24 de agosto de 2021

Fazer xixi na cama é uma atividade geralmente relacionada a crianças. Chamamos esse fato de enurese noturna. Porém, o ato de urinar involuntariamente durante a noite também pode acontecer com adultos.

Mas como diferenciar o xixi noturno da vontade de urinar? É simples: em casos de enurese, o indivíduo urina durante o sono sem perceber. Já na micção normal, a pessoa acorda com dor na barriga e desejo de urinar.

O que é e quais as causas do xixi noturno em adultos

A enurese noturna é uma incontinência urinária e pode ter diferentes causas. Por ser uma doença com um fator bastante particular, o médico precisa investigar a fundo antes de prescrever algum tipo de tratamento.

Contudo, o fato de um adulto urinar na cama à noite pode ter diferentes motivações. Nas mulheres, por exemplo, a causa pode ser sequelas do parto normal. Nos homens, pode estar havendo uma pressão sobre a próstata.

A perda de urina pode, ainda, ter causas neurológicas, como derrames, doença de Alzheimer ou lesões. Problemas musculares, como a perda da força do esfíncter (que controla o fechamento do ânus e da uretra), também pode ocasionar o xixi noturno em adultos.

Pessoas que roncam muito ou tem apneia do sono também podem desenvolver a enurese noturna. Isso acontece porque, nos segundos em que o cérebro fica sem oxigênio, o corpo acaba perdendo as funções fisiológicas.

Uma outra causa, ainda, podem ser as contrações musculares fortes. A bexiga acaba se contraindo e o xixi é eliminado involuntariamente.

Como a enurese em idosos interfere na autoestima

A enurese noturna é uma doença que acaba afetando com frequência crianças e adultos. Enquanto no primeiro grupo o organismo está se desenvolvendo e ainda não há um controle sobre a urina, no grupo dos idosos, a causa é geralmente a perda da força da musculatura.

O que muitas pessoas não sabem é que o xixi noturno em adultos afeta diretamente a autoestima dessas pessoas. Muitos idosos, especialmente, começam a dar desculpas para não sair de casa e também não desejam mais ir ao médico.

A enurese noturna é uma doença que tem tratamento, e quanto antes ela for diagnosticada, maiores as chances do sucesso na resolução do problema. Contudo, é importante que as pessoas falem sobre o assunto sempre com respeito e sem brincadeiras. Só quem passa pelo problema, sabe realmente o quanto ele o afeta.

Tratamento da enurese noturna

O tratamento da enurese noturna é feito de duas formas: com o uso de medicamentos e também com a mudança de hábitos. É preciso consultar um médico urologista para que ele identifique as causas do xixi noturno em adultos e prescreva a melhor medicação.

A seguir, listamos alguns hábitos que devem ser modificados por quem sofre de enurese noturna

  • - limite a quantidade de líquidos à noite e procure tomar a quantidade de água recomendada sempre na primeira metade do dia;
  • evite alimentos e bebidas estimulantes de urina, como chá, café, água gaseificada, bebidas alcoólicas, alimentos ácidos e condimentados;
  • fumar também não é aconselhável para quem sofre de xixi noturno;
  • certifique-se de que a bexiga está vazia antes de dormir;
  • se a perda de urina for muito grande, considere utilizar um despertador durante a noite.

Vale lembrar que as consultas preventivas e os exames de rotina podem contribuir com o diagnóstico e tratamento da enurese. Por isso, ao perceber sinais de xixi noturno frequente, ainda que em pequenas quantidades; procure um urologista.

 

Saúde mental das crianças: quais cuidados devemos ter?

quarta, 18 de agosto de 2021

Assim como acontece com os adultos, a saúde mental das crianças também merece atenção. Por isso, os pequenos devem ser orientados desde cedo sobre a importância dos cuidados com a mente e as emoções, da mesma forma que aprendem a cuidar da saúde física.

Sobretudo porque é nesta idade que muitos traumas são desenvolvidos, os pais e parentes mais próximos precisam estar atentos aos sinais de alerta, uma vez que as crianças nem sempre conseguem expressar adequadamente o que se passa.

Para saber como cuidar da saúde mental das crianças e orientá-las para dar atenção a esse tema, acompanhe o artigo!

Qual o impacto da saúde mental no desenvolvimento das crianças?

A importância do cuidado com a saúde mental das crianças se deve ao fato de que os possíveis traumas ou dificuldades enfrentadas na infância se refletirão por toda a vida. Ao contrário, crianças que recebem os cuidados necessários, crescem com melhores condições psíquicas.

Isso porque é nos primeiros anos que o cérebro fará as aquisições emocionais que servirão de base para o decorrer dos anos. Também é nessa fase que aparecem os primeiros sintomas de transtornos que, se não tratados, tendem a se agravar na fase adulta.

Ou seja, a estrutura mental de um indivíduo é desenvolvida nos seus primeiros anos, e situações adversas vividas nessa fase estimulam a produção de cortisol, que é o chamado hormônio do estresse, o que atrapalha as conexões neurais. 

Obviamente, situações negativas são enfrentadas por todos, em diferentes idades. esporadicamente, não há problema em viver momentos tristes e estressantes, sobretudo porque eles fazem parte da condição humana.

No entanto, a preocupação com as consequências que afetam a saúde mental das crianças está na sucessão de acontecimentos adversos que, no longo prazo, podem interferir no desenvolvimento cerebral e, inclusive, alterar sistemas fundamentais, como por exemplo, o neuroendócrino e o límbico, responsáveis pela produção de hormônios e pelas emoções, respectivamente.

Quais transtornos podem ser desenvolvidos na infância?

Do mesmo modo que os adultos, crianças também são suscetíveis aos transtornos emocionais. A principal diferença, no entanto, é que elas não sabem expressar o que e como são impactadas pelos problemas e situações conflitantes.

Contudo, a saúde mental das crianças pode ser abalada e fazer com que desenvolvam doenças como depressão, ansiedade, síndrome do pânico, distúrbios alimentares, entre outras.

Todos esses problemas de ordem mental e emocional, costumam se manifestar através de maus comportamentos, como agressividade com os pais e os colegas, crises de choro sem motivo aparente, queda no rendimento escolar. O isolamento e a quietude excessiva também são sinais de que algo não vai bem com a criança e pode ser o momento de procurar um psicólogo.

Cuidados com a saúde mental das crianças

A seguir, separamos algumas dicas para desenvolver e preservar a saúde mental das crianças, a partir de atividades e rotinas simples que devem ser definidas pela família.

Tempo de tela

Atualmente, é muito comum que as crianças passem horas em frente ao computador ou com tablet e celular nas mãos. Diversos estudos apontam que o excesso de exposição às telas é prejudicial ao sono e que afeta a cognição. Por isso, os pais e responsáveis devem estabelecer limites para o uso desses equipamentos.

Rotina

Todos nós, inclusive as crianças, necessitam de um pouco de rotina organizada para entender e aprender sobre ordem e disciplina. Sem rigidez excessiva, as regras são saudáveis.

Por isso, estabelecer horários mais organizados para as refeições, o banho, acordar e dormir também contribui para a saúde mental das crianças.

Sono

Se a qualidade do sono é fundamental para os adultos, na primeira infância ela é ainda mais necessária. Por isso, a depender da idade, as crianças precisam de muitas horas de sono

  • - Dos 4 aos 12 meses - de 12 a 16 horas de sono
  • De 1 a 2 anos - de 11 a 14 horas de sono
  • Dos 3 aos 5 anos - de 10 a 13 horas de sono

Leitura

O hábito da leitura pode fazer uma grande diferença para a saúde mental dos pequenos. Para aqueles que ainda não sabem ler, é importante que os pais leiam em alguns momentos, pois esse hábito fortalece o vínculo afetivo, ajuda a criança a lidar com as emoções e estimula o raciocínio, a linguagem, a atenção e a memória.

Importância do tratamento e do acompanhamento psicoterapêutico

Além da atenção da família, que deve prezar pela saúde mental das crianças a partir de reforços positivos, valorização das emoções e cuidado com possíveis sobrecargas, o acompanhamento psicoterapêutico também é fundamental, sobretudo nos casos em que se tenha observado problemas.

Inicialmente, uma conversa com o pediatra pode esclarecer alguns pontos. Porém, quando observar que a criança apresenta sinais que interferem nos hábitos e rotinas, é importante procurar um psicólogo. A continuidade do tratamento através da psicoterapia infantil ajudará a superar as questões e dar à criança mais qualidade de vida.

Conheça os sintomas que apontam problemas no coração.

quarta, 28 de julho de 2021

O coração é um órgão vital e sua função não se resume a um simples bombear de sangue. O processo que envolve os batimentos cardíacos se reflete por todo o organismo, sendo necessário de 60 a 100 batidas por minuto para que esse poderoso músculo dê conta da demanda do corpo humano. Por isso, alguns problemas no coração podem apresentar sinais que vão além de dor no peito e falta de ar.

E mesmo que sejam consideradas doenças silenciosas, os problemas cardiovasculares costumam se manifestar sutilmente, e por isso é preciso muita auto observação, além de um acompanhamento médico periódico.

Se você quer saber quais os principais sintomas que podem significar problemas no coração, fique atento à leitura!

Principais sintomas de problemas no coração

Conhecer os principais sintomas de problemas no coração e aprender a observá-los é fundamental, pois dessa forma é possível identificar mais rápido quando algo está errado, o que ajuda a prevenir o agravamento do quadro e a tratar uma possível doença de maneira mais eficaz.

Veja a seguir alguns dos sintomas mais comuns que podem apontar algum tipo de problema no coração

Falta de ar e cansaço excessivo

Atividades físicas, mesmo aquelas do dia a dia, como varrer a casa ou subir escadas, demandam um esforço maior do músculo cardíaco. Por isso, um dos sintomas comuns de quem possui algum problema no coração é a falta de ar e o cansaço excessivo, mesmo com pouco esforço. Essa sensação pode ser um alerta para a insuficiência cardíaca.

Por isso, caso perceba que, mesmo ao fazer movimentos simples, sua respiração fica mais muito afetada, gerando um cansaço além do comum, pode ser a hora de procurar um cardiologista.

Dores no tórax

As dores podem indicar uma série de problemas, mas em geral, doenças cardíacas apresentam a dor no peito e região do tórax como sinal de alerta, por conta da diminuição da circulação sanguínea.

Portanto, um aperto no peito na altura do tórax, que se prolonga por mais de 20 minutos, pode ocorrer em decorrência do acúmulo de placas de gordura nas artérias e vasos do coração.

Inchaço nas pernas e pés

Quando há um enfraquecimento do coração, levando à insuficiência cardíaca, é comum que haja inchaço nas pernas e nos pés. Isso ocorre porque o sangue bombeado acaba se concentrando nessas regiões, uma vez que não retorna. Assim, problemas no coração podem ser percebidos através desse sintoma, que aponta para a retenção de líquidos.

Contudo, é importante estar alerta, pois inchaço nas pernas e pés também pode apontar para doenças como insuficiência hepática e síndrome nefrótica, já que esse não é um sintoma exclusivo dos problemas cardíacos.

Tonturas ou desmaios

A ocorrência de desmaios ou tonturas frequentes deve ser vista como sinal de alerta para problemas no coração. Esse sintoma costuma ocorrer por causa de queda súbita da pressão, que provoca a diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.

Outro motivo para a ocorrência de tonturas e até desmaios é o estreitamento da válvula aórtica, que acaba por dificultar a passagem do sangue.

Ganho de peso arbitrário

Quando há insuficiência cardíaca, pode haver retenção de líquido em excesso, por conta da má distribuição de sangue pelo coração. Portanto, o ganho de peso pode ser um dos sintomas de problemas no coração, e não se trata de que a pessoa tenha engordado, apenas está inchada pela retenção de líquidos.

Enjoos e perda do apetite

A perda de apetite e os enjoos são sintomas comuns de problemas no coração, e podem preceder um infarto. No caso dos enjoos, eles podem vir acompanhados de vômito e inchaço na região do abdômen.

Dores no estômago

Não são apenas as dores do peito que apontam problemas no coração. Dores na região do estômago e sensação de queimação também podem representar algo de errado com a saúde cardíaca. No entanto, esse é um sintoma mais comum em mulheres e que também pode indicar e preceder um infarto.

Por que o diagnóstico precoce é importante?

A saúde do coração merece extrema atenção e cuidado, especialmente por refletir em outras áreas do corpo humano e ser essencial para o funcionamento adequado de todo o organismo. Portanto, o cuidado deve ser preventivo, e os sintomas precisam ser observados para que se possa buscar ajuda médica o quanto antes.

Pessoas com histórico familiar de problemas no coração devem consultar o cardiologista periodicamente, a fim de realizar exames e manter o check up em dia. Afinal, com um diagnóstico precoce, as chances de tratamento e controle das doenças cardíacas aumentam significativamente, fazendo com que o indivíduo leve uma vida normal e saudável.

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