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Vida e Saúde - Blog

Conheça os sintomas que apontam problemas no coração.

quarta, 28 de julho de 2021

O coração é um órgão vital e sua função não se resume a um simples bombear de sangue. O processo que envolve os batimentos cardíacos se reflete por todo o organismo, sendo necessário de 60 a 100 batidas por minuto para que esse poderoso músculo dê conta da demanda do corpo humano. Por isso, alguns problemas no coração podem apresentar sinais que vão além de dor no peito e falta de ar.

E mesmo que sejam consideradas doenças silenciosas, os problemas cardiovasculares costumam se manifestar sutilmente, e por isso é preciso muita auto observação, além de um acompanhamento médico periódico.

Se você quer saber quais os principais sintomas que podem significar problemas no coração, fique atento à leitura!

Principais sintomas de problemas no coração

Conhecer os principais sintomas de problemas no coração e aprender a observá-los é fundamental, pois dessa forma é possível identificar mais rápido quando algo está errado, o que ajuda a prevenir o agravamento do quadro e a tratar uma possível doença de maneira mais eficaz.

Veja a seguir alguns dos sintomas mais comuns que podem apontar algum tipo de problema no coração

Falta de ar e cansaço excessivo

Atividades físicas, mesmo aquelas do dia a dia, como varrer a casa ou subir escadas, demandam um esforço maior do músculo cardíaco. Por isso, um dos sintomas comuns de quem possui algum problema no coração é a falta de ar e o cansaço excessivo, mesmo com pouco esforço. Essa sensação pode ser um alerta para a insuficiência cardíaca.

Por isso, caso perceba que, mesmo ao fazer movimentos simples, sua respiração fica mais muito afetada, gerando um cansaço além do comum, pode ser a hora de procurar um cardiologista.

Dores no tórax

As dores podem indicar uma série de problemas, mas em geral, doenças cardíacas apresentam a dor no peito e região do tórax como sinal de alerta, por conta da diminuição da circulação sanguínea.

Portanto, um aperto no peito na altura do tórax, que se prolonga por mais de 20 minutos, pode ocorrer em decorrência do acúmulo de placas de gordura nas artérias e vasos do coração.

Inchaço nas pernas e pés

Quando há um enfraquecimento do coração, levando à insuficiência cardíaca, é comum que haja inchaço nas pernas e nos pés. Isso ocorre porque o sangue bombeado acaba se concentrando nessas regiões, uma vez que não retorna. Assim, problemas no coração podem ser percebidos através desse sintoma, que aponta para a retenção de líquidos.

Contudo, é importante estar alerta, pois inchaço nas pernas e pés também pode apontar para doenças como insuficiência hepática e síndrome nefrótica, já que esse não é um sintoma exclusivo dos problemas cardíacos.

Tonturas ou desmaios

A ocorrência de desmaios ou tonturas frequentes deve ser vista como sinal de alerta para problemas no coração. Esse sintoma costuma ocorrer por causa de queda súbita da pressão, que provoca a diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.

Outro motivo para a ocorrência de tonturas e até desmaios é o estreitamento da válvula aórtica, que acaba por dificultar a passagem do sangue.

Ganho de peso arbitrário

Quando há insuficiência cardíaca, pode haver retenção de líquido em excesso, por conta da má distribuição de sangue pelo coração. Portanto, o ganho de peso pode ser um dos sintomas de problemas no coração, e não se trata de que a pessoa tenha engordado, apenas está inchada pela retenção de líquidos.

Enjoos e perda do apetite

A perda de apetite e os enjoos são sintomas comuns de problemas no coração, e podem preceder um infarto. No caso dos enjoos, eles podem vir acompanhados de vômito e inchaço na região do abdômen.

Dores no estômago

Não são apenas as dores do peito que apontam problemas no coração. Dores na região do estômago e sensação de queimação também podem representar algo de errado com a saúde cardíaca. No entanto, esse é um sintoma mais comum em mulheres e que também pode indicar e preceder um infarto.

Por que o diagnóstico precoce é importante?

A saúde do coração merece extrema atenção e cuidado, especialmente por refletir em outras áreas do corpo humano e ser essencial para o funcionamento adequado de todo o organismo. Portanto, o cuidado deve ser preventivo, e os sintomas precisam ser observados para que se possa buscar ajuda médica o quanto antes.

Pessoas com histórico familiar de problemas no coração devem consultar o cardiologista periodicamente, a fim de realizar exames e manter o check up em dia. Afinal, com um diagnóstico precoce, as chances de tratamento e controle das doenças cardíacas aumentam significativamente, fazendo com que o indivíduo leve uma vida normal e saudável.

Como funciona o ciclo menstrual e sua relação com a saúde da mulher.

segunda, 26 de julho de 2021

Mesmo para as mulheres, o ciclo menstrual e tudo que o envolve pode, às vezes, parecer confuso. Por isso, falamos hoje diretamente com você mulher: vamos conhecer juntas as fases do ciclo até a menstruação, o que é normal acontecer nesse período e o que não é tão normal assim, e merece uma maior atenção.

Acompanhe!

O que é o ciclo menstrual?

Chamamos de ciclo menstrual ou ciclo uterino as transformações que ocorrem mensalmente no útero. A duração do ciclo varia de mulher para mulher (entre 20 e 40 dias), sendo mais comum o ciclo de 28 dias.

Fases do ciclo menstrual

O ciclo menstrual divide-se em três fases: folicular, ovulatória e lútea. Vamos conhecer melhor cada uma delas

Fase folicular

Tem início no primeiro dia da menstruação. Nessa fase, os hormônios estimulam o crescimento dos folículos dos ovários (estruturas que contém os óvulos). Há aumento na produção de estrogênio, que chega ao seu nível máximo antes da ovulação.

Durante esta fase, é comum a mulher sentir a vagina mais úmida e a presença de muco. A fase folicular tem duração de 14 dias.

Fase ovulatória

No final da fase folicular, tem-se o aumento rápido do hormônio luteinizante, responsável pelo rompimento do folículo ovariano e, posteriormente, dos óvulos. Por isso, a fase ovulatória é mais rápida e tem duração de 16 a 32 horas.

O período fértil, por sua vez, é mais longo já que o óvulo tem uma vida média de 24 horas e os espermatozóides podem ficar vivos durante dias no canal vaginal.

Fase lútea

Quando o folículo se rompe, ele forma um tecido chamado de corpo lúteo. Além do hormônio estrogênio, ele também produz mais progesterona para auxiliar nas modificações do endométrio e na manutenção de uma gravidez.

Quando o espermatozóide não fecunda o óvulo, o corpo lúteo não se desenvolve e não há a produção dos hormônios. Essa fase tem duração de 14 dias e termina com o início da menstruação.

Sintomas comuns do ciclo menstrual

Muitos sintomas podem aparecer durante o ciclo menstrual. Na fase folicular, por exemplo, é comum a mulher sentir cansaço, maior vontade de urinar, dor no abdômen e nas costas, cólicas menstruais e enxaqueca. 

Já no final da fase lútea, aparece a tensão pré-menstrual, a famosa TPM. Ela pode causar dores de cabeça e nas pernas, inchaço nas mamas e no abdômen, ansiedade, tristeza, irritação, alteração no sono e também no apetite. Esses sintomas seguem, geralmente, até o 4º dia da menstruação.

Mulher, fique atenta aos sintomas diferentes!

Cada mulher conhece o seu próprio corpo melhor do que ninguém. E isso vale também para os sintomas que surgem no período menstrual. Qualquer outro sintoma ou dores mais fortes e persistentes devem ser investigadas, pois podem indicar uma possível endometriose ou até mesmo o início de câncer do colo uterino.

Por isso, a regularidade do ciclo menstrual é tão importante para a saúde da mulher em geral. Nesse sentido, é fundamental se dedicar a conhecer o seu ciclo, perceber os sintomas e ficar atenta às anormalidades.

Consulte regularmente um ginecologista de confiança e faça os exames preventivos. A sua saúde é o seu maior tesouro, cuide bem dela.

Miopia e astigmatismo: conheça causas, sintomas e tratamentos.

segunda, 19 de julho de 2021

Assim, como qualquer outro órgão do nosso corpo, os olhos também merecem atenção quanto aos possíveis males que afetam sua saúde. Entre os problemas de visão mais comuns estão a miopia e o astigmatismo. E apesar de ambos serem problemas refrativos, a forma como cada um afeta a visão é diferente. 

Segundo especialistas, a estimativa é de que a miopia atinge cerca de 22% a 30% da população mundial, enquanto mais de 40% das pessoas possuem algum problema de refração, que incluem também hipermetropia e astigmatismo.

Contudo, apesar de ambos serem problemas refrativos, a maneira como a miopia e o astigmatismo afetam a visão é diferente. A primeira ocorre, geralmente, quando o olho é mais longo, fazendo com que o cristalino e a córnea se posicionem mais distantes da retina.

E é por conta desse distanciamento que o problema causa o embaçamento da visão para enxergar objetos distantes, já que as imagens são formadas antes do plano de foco considerado ideal.

Já o astigmatismo não possui relação com o tamanho do globo ocular, e sim com imperfeições presentes no próprio cristalino ou na córnea. São estas deformações nas lentes oculares que geram dificuldade para enxergar objetivos em distâncias maiores ou menores.

Saiba mais sobre cada um desses problemas oftalmológicos e porque o acompanhamento médico é fundamental para a saúde da visão!

O que é miopia e como se manifesta

Como dissemos acima, a miopia se manifesta através de uma anomalia na córnea ou no cristalino, que são estruturas fundamentais para o funcionamento adequado do olho humano.

Num globo ocular considerado saudável, estas estruturas apresentam uma curvatura lisa, que permite a passagem adequada de luz e, assim, a formação correta das imagens. Quando há uma imperfeição, os raios de luz não são refratados da forma esperada, fazendo com a imagem fique desfocada, com a sensação de "vista embaçada".

A principal causa da miopia está relacionada com fatores genéticos, fazendo com que o problema se desenvolva gradualmente. Já na infância é possível observar a presença da miopia, mas isso também pode ocorrer na adolescência, por isso, o diagnóstico costuma ser dado, geralmente, entre os 8 e os 12 anos de idade.

Isso ocorre porque neste período os olhos estão se desenvolvendo, e assim, sua forma pode mudar. No entanto, o surgimento da miopia na fase adulta pode estar associado a outras doenças, como catarata e diabetes, por exemplo.

Como essa anomalia ocular vem de uma predisposição genética, não existem formas de prevenir a miopia. Contudo, vale o alerta: evite coçar muito os olhos, principalmente com força, para evitar a deformação da córnea, que é uma parte bastante sensível.

Como surge o astigmatismo?

O que acontece no olho de uma pessoa com astigmatismo é que a falta de simetria em uma córnea ou uma lente do olho, que resulta numa visão distorcida ou borrada. Nesse caso, o olho de quem possui astigmatismo possui pontos focais múltiplos, como se a imagem fosse formada em pontos diversos do globo ocular, antes e depois da retina.

Não se sabe ao certo o que causa astigmatismo, mas é comum que esse erro refrativo seja genético, estando presente desde o nascimento. Porém, na maioria dos casos, o problema está associado com a presença da miopia ou da hipermetropia, também podendo aumentar com o tempo, devido ao envelhecimento.

Entre os principais sintomas de astigmatismo estão

  • - dificuldade na leitura de letras pequenas;
  • - visão duplicada;
  • - dificuldade para ver de perto e de longe sem apertar os olhos;
  • - sensibilidade à luz (fotofobia);
  • - maior dificuldade para enxergar à noite.

Importância do acompanhamento oftalmológico

Consultas com o médico oftalmologista, ainda que não se tenha nenhum sintoma ou suspeita de problemas oculares, são altamente recomendadas, principalmente na infância. Pois nesse período, é possível identificar problemas de visão como miopia e astigmatismo, e fazer a correção necessária com o uso de óculos.

Em alguns casos, o oftalmologista também pode indicar a realização de uma cirurgia corretiva. Contudo, esse tipo de intervenção costuma ser feita somente em casos bastante específicos e, ainda assim, algumas vezes é necessário continuar a usa óculos durante algum tempo.

Portanto, não deixe de procurar seu médico oftalmologista para realizar exames e observar a necessidade do uso de lentes corretivos ou mesmo de atualizar seus óculos, conforme o aumento ou diminuição do grau.

Quais exames o cirurgião vascular realiza?

quarta, 14 de julho de 2021

O cirurgião vascular é o especialista responsável por tratar doenças vasculares. Diferente do que se imagina, este médico não faz somente cirurgias, mas também atua na realização de exames preventivos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre as 10 doenças que mais matam no mundo estão o acidente vascular cerebral (AVC), que é ocasionado pela obstrução das carótidas, e o diabetes, que pode causar a obstrução dos vasos sanguíneos das pernas e gerar o chamado pé diabético.

Nos dois casos, e em muitas outras doenças tratadas pelo cirurgião vascular, é possível prevenir o agravamento do problema – ou mesmo o surgimento dele – através de consultas e exames de rotina para essa especialidade.

Confira a seguir quais os exames que podem ser feitos através da consulta com o cirurgião vascular e suas indicações.

Principais exames realizados pelo cirurgião vascular

Ao realizar um check-up médico, é fundamental incluir o cirurgião vascular na lista. Sobretudo por conta de alguns exames realizados por este especialistas, que são fundamentais para diagnosticar e tratar preventivamente diversas doenças que podem ser fatais.

Principalmente para pessoas que possuam um histórico de saúde propenso a desenvolver doenças vasculares, como os hipertensos, diabéticos, fumantes e também os que possuam antecedentes familiares, colesterol alto ou excesso de peso.

Nesses casos, especialmente para indivíduos acima dos 40 anos de idade, o check-up vascular deve ser realizado com certa frequência. A recomendação geral é que pessoas saudáveis realizem os exames a cada dois anos, e aquelas com fatores de risco, anualmente.

No entanto, a periodicidade pode variar conforme a indicação e este é mais um motivo para consultar o cirurgião vascular.

Veja a seguir os principais exames que podem ser realizados ou solicitados para diagnosticar doenças vasculares

Exames de sangue

O cirurgião vascular pode solicitar a realização de exames laboratoriais, principalmente de sangue, para verificar plaquetas, glóbulos vermelhos e os níveis de colesterol e glicose. Estes exames podem indicar condições desfavoráveis, que tendem ao surgimento de doenças como trombose, pé diabético, entre outras.

Ultrassom vascular com doppler

O ultrassom vascular, também chamado de ecografia, é realizado com o uso do efeito doppler, pois desse modo facilita a visualização e a quantificação do fluxo do sangue nas veias e artérias. Trata-se de um exame de imagem relativamente simples, não invasivo, e sem a necessidade do uso de contraste.

Angiografia

Um dos principais exames realizados a pedido do cirurgião vascular é a angiografia. Este exame utiliza o raio-X para visualizar a parte interna dos vasos sanguíneos e serve para avaliar sua forma, diagnosticando doenças como arteriosclerose e aneurisma, por exemplo.

Para realização do exame, é necessário uso de contraste, que é injetado no paciente por meio de um procedimento de cateterismo, que insere um tubo fino em uma das artérias, que pode ser no pescoço ou virilha, de modo que alcance o local onde será feita a imagem.

Para aplicação do cateter, o paciente recebe uma anestesia local e deve fazer jejum de 8 horas antes do procedimento. Após o exame, é necessário um repouso de 24 horas sem a prática de atividade física ou esforço.

Angiotomografia

No caso da angiotomografia, é possível visualizar a presença de placas de gordura ou calcificação no interior das artérias. O procedimento é feito com equipamentos modernos em 3D, que são bastante indicados para diagnóstico de doenças coronariana e cerebral.

Para realizar este exame, o paciente deve tomar um medicamento que diminui a frequência cardíaca e outro que dilata os vasos sanguíneos. O procedimento dura cerca de 10 minutos e é necessário permanecer pelo menos 4 horas sem ingerir nenhum tipo de alimento ou bebida antes de realizá-lo.

Angiorressonância

A angiorressonância é bastante parecida com a ressonância magnética. Através desse exame, o cirurgião vascular consegue obter uma imagem nítida do sistema circulatório, com destaque para regiões específicas que precisam ser avaliadas, como pescoço e cabeça, por exemplo.

Através da formação de um campo magnético, as imagens são captadas com o auxílio do contraste previamente injetado numa veia periférica.

Este exame pode ser feito em todo o corpo e não utiliza radiação. É muito indicado para pacientes com alteração nas funções renais ou para aqueles que possuem alergia ao iodo. Geralmente, a angiorressonância é aplicada para investigar a presença de doenças circulatórias intracranianas.

Importância de um diagnóstico precoce

A maior parte das doenças vasculares é facilmente tratada e administrada. No entanto, o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenção. Por isso, consultar regularmente o cirurgião vascular, assim como ocorre com outros especialistas, é fundamental para evitar o agravamento de doenças e, dessa forma, obter mais sucesso no tratamento.

Assim, também é possível evitar as cirurgias, sobretudo nos casos mais simples, onde alguns cuidados, como manter uma rotina de atividades físicas regulares, podem ser suficientes para controlar doenças em estágio inicial.

Ou seja, manter-se atualizado sobre as condições do sistema vascular é fundamental para garantir também a saúde de órgãos e tecidos, especialmente o coração.

Dicas de saúde: veja como ter uma vida mais equilibrada e saudável.

segunda, 12 de julho de 2021

Com a correria do dia a dia e os muitos compromissos que surgem, é natural que nos esqueçamos de dar mais atenção à saúde e sobre a importância de buscar uma vida equilibrada, seja no âmbito físico, mental ou emocional.

Contudo, para se ter uma vida saudável não é preciso muito esforço: a prática de atividades físicas e a mudança de hábitos rotineiros já são um grande passo e podem trazer mudanças muito importantes na busca por mais qualidade de vida e longevidade.

Para ajudar você, separamos uma lista com algumas dicas de saúde que podem ser postas em prática imediatamente. Vamos conferir?

Dicas de saúde: 6 passos para uma vida saudável e equilibrada

Confira a seguir uma lista com seis atitudes que podem promover mais saúde e bem-estar na sua rotina

1. Tenha uma alimentação balanceada

Uma alimentação balanceada é o pilar central de uma vida saudável. Quando você se alimenta mal, isso traz consequências negativas ao corpo, como a alteração em exames, a obesidade, o surgimento de doenças metabólicas e, inclusive, o aumento da ansiedade. 

Por isso, sempre priorize os alimentos ricos em proteínas, aumente o consumo diário de frutas e verduras, diminua a quantidade de frituras e ingira ao menos dois litros de água por dia. O seu corpo agradece e a sua mente também!

2. Pratique exercícios físicos

Essa pode ser uma tarefa difícil para você, assim como é para muitas outras pessoas. Por isso, não tenha a obrigação de ir para uma academia. Procure fazer a atividade física que lhe traz mais prazer.

Que tal uma corrida no parque? Ou então uma aula de natação? Seja como for, coloque o seu corpo em movimento. Além de fazer muito bem para a saúde física, os exercícios regulares também reduzem a ansiedade e aliviam a depressão.

3. Não trabalhe em excesso

Tudo que fazemos em excesso se torna prejudicial. Assim como muitas pessoas têm vícios em jogos ou substâncias químicas, outras acabam se viciando no trabalho. O resultado, assim como o de qualquer vício, não é bom.

A partir do momento que você tem um único interesse, as relações pessoais e familiares acabam se desgastando. É natural querer crescer na carreira e dar o melhor de si, mas lembre-se de observar os seus limites com atenção. 

4. Dedique um tempo ao lazer

O que você mais gosta de fazer? Ler, assistir televisão, pedalar, pescar? Todos nós temos os nossos hobbies e dedicar um tempo a eles é essencial para mantermos uma boa saúde mental.

Por isso, dedique ao menos uma hora por dia para o seu lazer. Se não puder dispor de uma hora, dedique 30 ou 15 minutos, que seja. O importante é você ter um momento para si e para as coisas que gosta, sem preocupações e cobranças.

5. Tenha uma boa noite de sono

Uma boa noite de sono é reparadora. Para uma vida mais saudável e equilibrada, durma de 6 a 8 horas diárias. Não fique trabalhando até tarde e, ao deitar, não faça atividades que possam afastar o sono, como assistir muito à televisão ou mexer no celular.

Caso fique muito difícil relaxar na hora de dormir, tome um chá de ervas naturais, ouça músicas calmas, leia um livro ou pratique uma meditação guiada.

Utilizar substâncias para induzir ou prolongar o sono não deve ser uma alternativa, pois além de diminuir a qualidade do seu descanso, os remédios podem se tornar um vício.

No entanto, em casos mais crônicos, não deixe de procurar um médico, pois só ele poderá orientar sobre o tratamento adequado para a insônia e o uso de medicamentos.

6. Crie uma organização financeira

Seja consciente ao consumir. Quanto mais você compra, mais vontade você tem de comprar e menos sossego você tem. Quando nossas finanças estão desorganizadas, ficamos nervosos, ansiosos e perdemos a qualidade de vida. Por isso, não faça dívidas que você não pode pagar.

Crie uma organização financeira. Anote o quanto você ganha e o quanto você gasta, sempre lembrando de guardar um valor para as emergências. Somente dessa forma você terá controle sobre o seu dinheiro e conseguirá gastar cada vez menos.

Uma vida mais saudável depende apenas de você

Comece hoje mesmo e coloque em prática as nossas dicas de saúde. Não se cobre tanto, comece aos poucos e vá melhorando a cada dia. Uma vida equilibrada e saudável traz mais alegria, disposição e vontade de viver. Dê o primeiro passo e sinta as primeiras diferenças!

E lembre-se: cuidar da saúde também significa agir de forma preventiva. Portanto, não deixe de fazer seu check up anual, e procure ajuda médica sempre que julgar necessário!

Descubra os benefícios dos alimentos para a saúde.

quarta, 07 de julho de 2021

Para manter uma alimentação equilibrada e saudável não há muitos segredos. Embora muita gente imagine que comer bem signifique gastar muito, a verdade é que os benefícios dos alimentos são encontrados em opções acessíveis e de preparo simples.

Por conta do alto valor nutritivo, certos alimentos tendem a desempenhar um papel que vai muito além de saciar a fome. Servem como verdadeiros "remédios naturais", que regulam diversas funções, melhoram a aparência da pele e cabelos e ajudam a diminuir o risco de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, por exemplo.

Veja a seguir quais os alimentos que mais contribuem para uma dieta equilibrada e saudável e como eles melhoram nossa saúde.

Benefícios dos alimentos: como eles ajudam nosso corpo?

É comum encarar os alimentos apenas como algo necessário para "matar a fome". E assim nos esquecemos da função nutricional deles, e do quanto os benefícios dos alimentos podem contribuir diretamente para a prevenção de diversas doenças.

Verduras e legumes

Na alimentação diária, é fundamental incluir legumes e verduras. O recomendado é consumir pelo menos três tipos, que podem variar em cada refeição. As verduras são importantes para a prevenção de doenças cardíacas, e também para reduzir a pressão arterial, como é o caso da alface.

Brócolis e couve-flor, por exemplo, são ricos em potássio e colina, nutrientes que ajudam no funcionamento cerebral, deixando a mente mais ativa. Além disso, a maioria dos legumes é rico em antioxidantes e flavonoides, que são importantes para combater infecções.

Sementes e cereais

Quinoa e chia são sementes muito benéficas para o organismo e que podem ser facilmente incorporadas à dieta. A quinoa contribui para manter os níveis adequados de glicemia e triglicérides e também ajuda a melhorar a constipação intestinal e o sistema imunológico.

Os grãos podem ser consumidos cozidos, cerca de duas colheres de sopa na refeição já são suficientes. Já os flocos podem ser misturados com saladas, sopas ou iogurte.

No caso da chia, essas sementinhas são benéficas para a saúde do coração, por serem ricas em ômega 3, que diminui os níveis de colesterol e melhora a sensibilidade à insulina. Também é rica em fibras, proporcionando saciedade e ajudando a regular as funções intestinais. Pode ser consumida diariamente. Basta acrescentar uma colher de sobremesa às vitaminas, saladas e até na tapioca.

Outro exemplo de alimento benéfico é a aveia, um cereal bastante comum, mas que contribui para evitar o aumento da glicose no sangue, dá mais saciedade, fortalece o sistema imunológico e reduz o colesterol.

Com uma quantidade de uma a duas colheres de sopa por dia, pode ser consumida em flocos, farelo de aveia ou in natura, sendo misturada em iogurtes, salada de fruta, ou mesmo para fazer bolos e mingau.

Frutas

Os mesmos benefícios dos alimentos em relação às verduras e legumes também se aplicam às frutas. O consumo ideal é de três a cinco porções diárias, mas é preciso ficar atento, pois algumas frutas possuem maior quantidade de frutose, um açúcar natural.

Isso significa que pessoas com diabetes ou mesmo os pré-diabéticos devem consumi-las moderadamente. O mesmo vale para quem está em dieta de emagrecimento.

Uma fruta que vale a pena inserir na alimentação é o abacate, que possui a chamada "gordura boa", além de vitaminas C e E, que são excelentes antioxidantes, responsáveis por auxiliar no combate aos radicais livres e prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e o envelhecimento precoce.

A banana, uma fruta tradicionalmente brasileira e muito acessível, é rica em potássio e auxilia na prevenção de câimbras e auxilia na digestão.

Peixes

As carnes, em geral, são importantes fontes de proteínas. Contudo, dar preferência para o consumo de carne branca, em especial os peixes frescos, traz muitos benefícios para a saúde.

Salmão, sardinha, atum e bacalhau são bons exemplos de peixes que devem ser consumidos com mais frequência (pelo menos 180 gramas por semana).

Eles contribuem para a prevenção de infartos e AVC, diminuem o colesterol LDL, conhecido como "colesterol ruim", e aumentam o HDL, que é o chamado "colesterol bom". No entanto, dê preferência para o preparo de ensopados ou assados, evitando fritar os peixes em óleos refinados.

Comida de verdade, simples e barata

Alimentação balanceada não requer ingredientes caros ou de difícil preparo. Os benefícios dos alimentos se encontram em opções do dia a dia, que dão forma a pratos simples e nutritivos, além de baratos.

O importante é dar lugar à comida de verdade, e dispensar ao máximo os alimentos industrializados, sobretudo os ultraprocessados, que além de pouco nutritivos, possuem ingredientes que prejudicam a saúde.

Cuidados com o coração: como manter uma rotina saudável?

terça, 06 de julho de 2021

Não é novidade que os cuidados com o coração devem fazer parte da rotina de todas as pessoas, até mesmo as mais jovens. Isso se deve ao fato de que este importante órgão é responsável por manter o funcionamento adequado de todo o organismo.

Ou seja, coração é vital, e qualquer problema relacionado a ele pode afetar diversas outras partes do corpo. Do contrário, negligenciar a saúde a partir dos maus hábitos, pode aumentar o risco de doenças cardíacas, que tornam o indivíduo fisicamente debilitado e, muitas vezes, impossibilita a realização de tarefas simples do dia a dia.

Neste artigo, listamos algumas dicas para manter os cuidados com o coração diariamente e prevenir o surgimento de doenças graves. Acompanhe!

Hábitos diários de cuidados com o coração

Os principais cuidados com o coração não dependem de nada muito complexo. Ao contrário, é na rotina que podemos incluir os bons hábitos para uma vida mais saudável, que se reflete em todo nosso organismo.

Confira a seguir como você pode cuidar da saúde do seu coração no dia a dia:

Pratique exercícios físicos

Uma vida saudável está diretamente ligada à prática de atividades físicas regulares. Sobretudo, porque os exercícios físicos não influenciam somente a saúde física, mas também a mental, reduzindo os níveis de estresse e ajudando no controle da ansiedade.

Para os cuidados com o coração, incluir exercícios na rotina é obrigatório, pois estimulam o músculo cardíaco e melhoram a circulação do sangue, além de produzir hormônios como endorfina, dopamina e serotonina, que aliviam dores, ajudam a relaxar e aumentam o bem-estar.

Por isso, realizar caminhadas pelo menos três vezes por semana durante 30 minutos, além de ser benéfico para o sistema respiratório, também é positivo para relaxar a mente e reduzir os níveis de cortisol. Isso sem contar que exercícios físicos de intensidade moderada e alta auxiliam no controle do peso, da pressão arterial e do nível de glicose no sangue.

No entanto, antes de começar a praticar atividades físicas mais intensamente, é fundamental consultar o cardiologista, pois a sobrecarga também pode ser prejudicial.

Consuma alimentos saudáveis

Comer bem é essencial para a saúde do coração. Este hábito deve vir junto com a prática de exercícios físicos, formando uma dupla infalível para o fortalecimento do organismo.

No entanto, uma dieta saudável requer abrir mão de alimentos industrializados e aumentar o consumo de "comida de verdade". Além disso, moderação e equilíbrio são fundamentais. Não existe um alimento vilão, o que existe é o exagero, para mais ou para menos.

Para não errar, lembre-se de evitar ao máximo os ultraprocessados, que contêm quantidades elevadas de sódio, e dar lugar para os vegetais, as carnes magras e os cereais. Também é importante dar lugar para as gorduras poliinsaturadas, para os alimentos ricos em Ômega 3 e para as fibras.

Farinha e açúcar refinado não precisam ser totalmente abolidos, mas é interessante reduzir o consumo deles ao máximo.

Mantenha os níveis de vitamina D

A exposição solar é a melhor forma de absorver vitamina D. No entanto, algumas pessoas podem necessitar de suplementação.

Caso opte por passar um tempo ao sol, é importante lembrar que apenas 15 minutos diários são suficientes, mas o horário mais recomendado é antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas.

Mas a vitamina D também está presente em alguns alimentos que devem ser incorporados à dieta: gema de ovo, fígado bovino, leite de vaca, óleo de fígado de bacalhau e peixes mais gordurosos também possuem esse nutriente.

Cuide da qualidade do seu sono

A qualidade do sono não está ligada apenas ao descanso físico. Dormir bem também ajuda a reduzir os níveis de estresse e ansiedade, contribuindo para a saúde do coração. Ao contrário, a privação de sono pode aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Isso acontece porque durante o sono o ritmo cardíaco diminui, levando o organismo a entrar num estado de compensação de energia. No caso das pessoas que tem problemas para dormir, o corpo não faz essa compensação e, assim, se torna mais propenso a desenvolver problemas cardíacos.

Consultas e exames de rotina

Além dos cuidados com o coração que devem ser incorporados à rotina, as consultas periódicas com o cardiologista e a realização de exames também são fundamentais.

Sobretudo porque dessa forma é possível observar o surgimento de quaisquer problemas logo no início, o que torna o tratamento mais eficaz. Mas, principalmente, agir de forma preventiva, evitando que uma doença seja descoberta em estágio mais avançado.

Quem deve ter mais cuidado com a saúde coração?

Pessoas com histórico familiar de doença cardíaca, diabéticos, fumantes e obesos são consideradas grupo de risco para o desenvolvimento de problemas cardiovasculares.

Indivíduos com uma ou mais dessas condições devem fazer um acompanhamento periódico com o cardiologista de modo mais frequente. O tempo entre as consultas podem variar entre 6 meses a um ano, dependendo do caso e da indicação médica.

Além disso, são esses grupos os que mais precisam aumentar os cuidados com o coração a partir da alimentação e da prática regular de exercícios físicos.

Sinais de que é hora de procurar um cardiologista

O corpo humano sempre dá sinais de que algo está errado. Se você tem alguma suspeita de que algo não vai bem com o seu coração, é importante ficar atento aos seguintes sintomas

  • - falta de ar após esforço físico leve ou moderado
  • - cansaço excessivo
  • - dores no peito
  • - palpitações
  • - batimentos cardíacos acelerados
  • - ocorrência de desmaios
  • - dores de cabeça sem motivo aparente

Ao identificar um ou mais sinais listados, é importante marcar uma consulta com o cardiologista para a realização de um check-up do coração.

Conheça os principais exames de rotina mais comuns conforme algumas especialidades.

quarta, 23 de junho de 2021

Os exames de rotina, também conhecidos popularmente como check-up, consistem na realização periódica de uma série de exames laboratoriais e de imagem, que servem para avaliar o estado geral de saúde do indivíduo.

Assim, seu principal objetivo é diagnosticar possíveis doença de forma precoce, para que o tratamento seja iniciado rapidamente, evitando o agravamento do quadro.

Porém, cada especialidade médica prevê exames de rotina diferentes, de acordo com o tipo de doença ou parte do corpo investigada. Mesmo assim, alguns deles são comuns à quase todas as áreas, como hemograma, urina e fezes.

A seguir, listamos os exames de rotina mais solicitados de acordo com três principais especialidades médicas: pediatria, ginecologia e urologia. Acompanhe!

Exames de rotina solicitados pelo pediatra

A saúde das crianças deve ser acompanhada desde o nascimento, e por isso o cartão de vacinação deve estar sempre em dia. No entanto, além das vacinas, as consultas com o pediatra também precisam seguir um cronograma, conforme a idade

  • - mensais - até os seis meses de vida
  • - bimestrais - dos seis aos 12 meses
  • - trimestrais - entre o primeiro e os 2 anos
  • - semestrais -  dos 2 aos 5 anos de idade
  • - anual a partir dos 5 anos

Durante as consultas, o pediatra pode solicitar alguns exames para avaliar possíveis queixas ou apenas como forma de prevenção. Entre os exames de rotina mais comuns para as crianças estão

  • - hemograma, para averiguar a presença de anemia
  • - plaquetas, para verificar o processo de coagulação do sangue
  • - urina, que investiga possíveis infecções, problemas renais ou alterações dos níveis de açúcar no sangue
  • - exame de fezes, que detecta a presença de parasitas

Principais exames de rotina para mulheres

A especialidade de ginecologia também exige das mulheres alguns exames de rotina bastante importantes, que devem ser realizados anualmente. 

Na consulta, podem ser solicitados o Papanicolau, que consiste em verificar a presença de lesões ou alterações no colo do útero. Esse é um dos principais exames para diagnosticar preventivamente o câncer nessa região.

Além disso, a vulvoscopia (exame para avaliar as estruturas, pele e mucosas da vulva, que é parte externa do órgão sexual feminino) também pode ser solicitada, assim como a ultrassonografia transvaginal e a mamografia.

Com a realização desses exames, o ginecologista consegue identificar a presença de alguma infecção, cisto ou alteração no aparelho reprodutivo.

Exames de rotina recomendados pelo urologista

O urologista se dedica ao tratamento de todo o trato urinário, seja de homens, mulheres ou crianças.

No entanto, como a procura masculina por essa especialidade é maior, ela também exige a realização de alguns exames de rotina, à medida que os homens têm se dedicado mais aos cuidados com a saúde e buscado a prevenção.

Desse modo, na consultas periódicas com o urologista, podem ser solicitados os seguintes exames

  • - hemograma
  • - ultrassonografia
  • - espermograma
  • - uretrocistoscopia
  • - biópsia vesical
  • - exame de toque retal

A partir dos 40 anos de idade, a recomendação é de que o homem realize periodicamente exames preventivos, como ultrassonografia da próstata e dosagem do hormônio PSA.

Com que frequência os exames de rotina devem ser realizados?

Não existe uma regra para a realização dos exames de rotina, pois isso pode variar conforme a especialidade, faixa etária e estado de saúde do paciente. No entanto, em pessoas saudáveis, a recomendação é de que o check-up seja feito de forma anual.

Já as pessoas portadoras de doenças crônicas devem realizar seus exames de rotina a cada seis meses. Quem possui fatores de risco (obesidade, sedentarismo, fumantes etc) deve consultar um médico e fazer exames de rotina anualmente.

Sintomas e sinais de que é hora de procurar um cirurgião vascular?

quinta, 17 de junho de 2021

O cirurgião vascular é o responsável por tratar das doenças que atingem o sistema circulatório, que é uma parte fundamental para o funcionamento do corpo humano. Afinal, é através dela que o sangue pode circular por todas as partes do corpo, levando oxigênio e nutrientes para as células.

Com a orientação desse especialista, os pacientes com problemas vasculares podem receber o diagnóstico adequado e ter acesso às diferentes opções de tratamento.

Entre as principais doenças tratadas pelo cirurgião vascular podemos citar

  • - varizes
  • - trombose venosa profunda
  • - isquemia arterial
  • - aneurismas
  • - linfedemas
  • - tratamento de feridas

Mesmo que sua especialidade seja a cirurgia, o cirurgião vascular é capacitado para tratar qualquer paciente, independentemente de precisar ou não de intervenção cirúrgica. Sobretudo porque ela só é indicada em casos onde o tratamento clínico não se mostra tão efetivo.

Qual o momento de procurar o cirurgião vascular?

Problemas circulatórios costumam dar sinais e quando uma doença vascular se manifesta, ela vem acompanhada de sintomas que se tornam visíveis em alguns casos. Como por exemplo as varizes, que são veias dilatadas que aparecem mais frequentemente nos membros inferiores.

Outros sinais de que pode ser a hora de procurar um cirurgião vascular são

  • - dificuldades para caminhar
  • - alterações na temperatura corporal
  • - vermelhidão nas pernas
  • - inchaço e dor
  • - formigamento

Diante do aparecimento desses sintomas, buscar o diagnóstico médico é fundamental. Para isso, é necessário investigar a origem do problema, e o cirurgião vascular é o especialista indicado para isso.

Principais fatores de risco para doenças vasculares

Existem alguns fatores de risco que tornam uma pessoa predisposta a desenvolver uma doença vascular que, se não evitados, podem levar à necessidade de atendimento médico. Por isso, é importante conhecer quais são estes fatores, como forma de prevenir o problema.

Entre os fatores de risco mais comuns estão

  • - hipertensão e colesterol alto
  • - diabetes
  • - histórico pregresso de doenças vasculares
  • - histórico familiar
  • - obesidade
  • - tabagismo
  • - sedentarismo
  • - histórico de AVC (derrame cerebral)
  • - histórico de doenças cardiovasculares
  • - envelhecimento

Lembrando que as mulheres, conforme apontam alguns estudos científicos, têm mais propensão a desenvolver doença arterial periférica. Já os homens possuem maior predisposição para problemas na artéria carótida e desenvolvimento de aneurismas da aorta abdominal.

Portanto, qualquer pessoa que se encaixe nos grupo de risco deve ter atenção redobrada com a saúde e observar os sinais que podem indicar o surgimento de uma doença vascular.

Para esses indivíduos, o acompanhamento médico com um cirurgião vascular é essencial para evitar o agravamento da condição e, consequentemente, reduzir a necessidade de intervenção cirúrgica em casos onde o tratamento clínico pode ser eficiente.

Hipertensão: como prevenir e tratar?

segunda, 14 de junho de 2021

A hipertensão arterial, popularmente chamada de pressão alta, é caracterizada por um desequilíbrio no sistema circulatório que faz com que a pressão nas artérias aumente. Essa é considerada uma condição grave, pois além de gerar diversos distúrbios no organismo, também é um dos principais fatores de risco para problemas cardiovasculares.

E por ser causadora de doenças cardíacas, a hipertensão está relacionada com 51% das mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC ou derrame, como também é conhecido) e 45% dos óbitos derivados de outros problemas cardíacos. Estes são dados mundiais estimados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido à importância do tema, o dia 26 de abril foi instituído como Dia Nacional de Combate à Hipertensão, com o objetivo de conscientizar a população sobre o diagnóstico preventivo e o tratamento adequado.

Para que se caracterize como hipertensão, os níveis da pressão arterial devem estar sustentados acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio), que chamamos simplificadamente de 14 por 9. Aqui, o primeiro número (14) faz referência à pressão máxima ou sistólica, correspondente à contração do coração. Já o segundo número (9) se refere à pressão do movimento de diástole, que é quando o músculo cardíaco relaxa.

E como identificar a presença da hipertensão? Entre os sintomas mais frequentes podemos destacar

  • - tontura
  • - falta de ar
  • - palpitações
  • - dor de cabeça frequente
  • - alteração na visão

Esses podem ser alguns sinais de alerta, porém, na maioria dos casos a hipertensão surge de forma silenciosa, e por isso é importante fazer a medição da pressão arterial regularmente.

Causas e consequências da hipertensão

Podemos classificar hipertensão arterial como primária, quando surge por fatores genéticos e hereditários, e secundária, quando decorre de outros problemas, como doenças renais e suprarrenais ou da tireoide, por exemplo.

Nesse sentido, investigar o histórico de saúde do paciente é fundamental para determinar a origem e, consequentemente, as causas da doença, para oferecer um diagnóstico preciso e o tratamento mais adequado.

Principais causas da hipertensão

Podemos descrever as causas mais comuns de pressão alta como histórico familiar, obesidade, estresse e envelhecimento – a doença atinge cerca de 60% das pessoas com mais de 60 anos de idade.

Já o sobrepeso e a obesidade podem acelerar o aparecimento da hipertensão em até 10 anos. Além disso, os maus hábitos alimentares e o sedentarismo também contribuem para o problema.

Consequências da hipertensão

Entre as complicações decorrentes da hipertensão, quando esta condição não é acompanhada e tratada corretamente, estão as chances de derrame cerebral (AVC), infarto do miocárdio e doença renal crônica.

Quando não é monitorada e controlada, a hipertensão também pode levar à hipertrofia do músculo do coração, ocasionando uma arritmia cardíaca. Por isso, o tratamento contínuo é crucial para melhorar a rotina do paciente e aumentar sua expectativa de vida.

Como tratar e conviver com a hipertensão?

Apesar de não ter cura, a hipertensão é uma doença facilmente tratável. Isso permite que o indivíduo seja capaz de conviver com esta condição sem maiores intercorrências, desde que siga as orientações médicas e leve o tratamento a sério.

E diferente do que muitos acreditam, nem sempre é necessário fazer uso de medicamentos para controlar a pressão. Muitas vezes, adotar um estilo de vida mais saudável, com mudanças na alimentação, consumo moderado de álcool, abandono do cigarro e prática regular de atividades físicas é suficiente para evitar que o problema se manifeste.

Todavia, o acompanhamento médico é essencial para o hipertenso. Consultas regulares com o cardiologista devem ser mantidas a partir da confirmação do diagnóstico, pois somente ele é capaz de indicar o tratamento mais adequado, e orientar as práticas diárias conforme o grau da doença e a relação com outras comorbidades.

Prevenção: de que forma é possível evitar a doença?

A máxima "prevenir é melhor do que remediar" se aplica muito bem à hipertensão. Afinal, antes que a doença apareça e fragilize a saúde do indivíduo – e muitas vezes, quando o problema surge, acaba sendo fatal – é possível agir preventivamente.

Existem várias maneiras de prevenir a hipertensão. A recomendação de médicos e profissionais de saúde em geral orienta para as seguintes ações

  • - modificar os hábitos alimentares, dando preferência para o consumo de alimentos saudáveis, com baixo teor de sódio, pouco ou nenhum açúcar e menor quantidade de gorduras
  • - manter o peso adequado, conforme o biótipo
  • - praticar atividades físicas regularmente, no mínimo três vezes por semana
  • - espaço para os momentos de lazer, que ajudam a reduzir o estresse
  • - parar de fumar
  • - consumir bebidas alcoólicas moderadamente.

Em conjunto, essas práticas ajudam a equilibrar o funcionamento do organismo e, consequentemente, evitam que haja aumento da pressão arterial. Além disso, proporcionam mais qualidade de vida e saúde a longo prazo.

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