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Vida e Saúde - Blog

Cirurgia de mão: saiba mais sobre esta especialidade.

terça, 16 de outubro de 2018

A cirurgia de mão, apesar do nome, não trata apenas desse membro. Ela engloba todo o membro superior, e trata dos problemas que possam afetar as estruturas: músculos, nervos, ossos, articulações, ligamentos, tendões, pele e vasos sanguíneos.

Desde 2005 a cirurgia de mão é reconhecida como uma especialidade médica. Para que o médico possa se tornar especialista nessa área, além do curso de medicina, é preciso que tenha feito residência numa área cirúrgica.

Confira neste artigo um pouco mais sobre a atuação do cirurgião de mão e quais problemas podem ser tratados por esta especialidade.

O que faz o especialista em Cirurgia de Mão?

Ao contrário do que se pensa, não é necessário que o especialista em cirurgia de mão seja um ortopedista. No entanto, no Brasil existe uma predominância de cirurgiões da mão com formação em ortopedia e traumatologia.

O médico em residência de cirurgia da mão também passa pelo aprendizado de microcirurgia, que trata da realização de cirurgias de reimplantes e retalhos, além da microcirurgia de vasos e nervos periféricos.

O cirurgião de mão é o médico responsável por tratamentos de reconstrução na mão, punho, braço e cotovelo. No entanto, é importante destacar que nem todo tratamento feito pelo cirurgião de mão é de intervenção cirúrgica.

Diversos tratamentos e correções do membro superior pode ser feitos clinicamente, sem cirurgia. Nesse caso, são administrados medicamentos de via oral ou injeções, uso de talas, além da participação de outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas.

Contudo, o cirurgião de mão é o especialista com maior capacidade no diagnóstico das enfermidades da mão e membro superior.

Casos e doenças tratados com cirurgia de mão

O médico especialista em cirurgia de mão trata de traumas e de outras enfermidades do membro superior. Abaixo temos alguns exemplos de patologias comuns, que podem ocorrer sem um fator predeterminante:

  •   - síndrome do túnel do carpo e outras compressões de nervo;
  •   - dedo em gatilho;
  •   - epicondilite (ou cotovelo de tenista)
  •   - artroses de dedos e punho;
  •   - tendinites (De Quervain);
  •   - bursites em geral;
  •   - lesões por esforço repetitivo (LER).

Além das patologias citadas acima, a cirurgia de mão é uma especialidade que atende problemas agudos e causados por algum trauma, como acidentes automobilísticos, queda, lesões por arma branca ou de fogo, etc.

Aqui temos como exemplo as cirurgias de reimplante de membros, de fraturas (luxações e lesões no tendão), lesões de nervos periféricos, entre outros.

É importante destacar que nem toda doença relacionada à mão e membros superiores aparecem de imediato. É preciso estar atento aos sinais de qualquer alteração ou sintomas de um problema na mão.

A importância do tratamento e de um bom profissional

Os tratamentos de patologias e enfermidades da mão necessitam de diagnóstico preciso e tratamento adequado para não acarretar na perda dos movimentos. Procurar ajuda de um médico especialista é a melhor forma de prevenção de um agravamento do problema. Contudo, é fundamental estar atento aos cuidados com o membro superior para evitar traumas graves.

O Instituto de Ortopedia do Hospital Santa Helena, além de contar com especialistas em cirurgia de mão dispõe de diversos profissionais altamente qualificados e especializados no tratamento da dor. Além disso, o Instituto,  possui toda uma estrutura pensada e necessária para a realização de exames e procedimentos clínicos e cirúrgicos, levando alto padrão e conforto desde o diagnóstico ao tratamento.

 

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Processos de gestão da segurança do trabalho em eletricidade.

quinta, 04 de outubro de 2018

A gestão da segurança do trabalho em eletricidade requer uma atenção especial, com processos e cuidados mais específicos do que os praticados comumente, e quando tratamos de medidas preventivas de choque elétrico, por exemplo, deve-se consultar duas normas regulamentadoras: a NBR 5410 e a NR 10.

Veja como aplicar as normas de segurança do trabalho em eletricidade e a importância de uma gestão eficiente para sua empresa:

Normas de Segurança do Trabalho em Eletricidade

Em qualquer ambiente de trabalho, quando se fala em eletricidade, a responsabilidade dos serviços é, quase sempre, da equipe manutenção, que possui mais experiência profissional no assunto, porém é preciso estar atento aos limites de atuação do usuário e de quem faz a manutenção, pois estes precisam ser bem definidos.

No caso das normas regulamentadoras, a NBR 5410 - "Instalações Elétricas de Baixa Tensão", prevê condições de segurança nas instalações com tensão de até 1500 volts em corrente continua e de até 1000 volts em corrente alternada. 

A norma regulamentadora NR 10 - “Instalações e serviços com eletricidade”, traz recomendações para as condições mínimas, visando garantir a segurança das pessoas, com critérios de proteção contra riscos de incêndio, explosão e contato.

Ambas existem com o intuito de estabelecer condições adequadas de manuseio de serviços em eletricidade, uma vez que erros mínimos podem ser fatais para o trabalhador.

Gestão da segurança de serviços em eletricidade

As empresas, quer lidem especificamente com serviços elétricos ou não, devem estar cientes das condições mínimas para uma gestão eficiente dos processos que envolvam segurança do trabalho em eletricidade, uma vez que este tipo de manutenção exige atenção redobrada e lida com riscos diretos à vida do trabalhador.

Aqui deve-se colocar em prática a norma regulamentadora NR-10, que orienta sobre as necessidades e estabelece as condições mínimas e os requisitos para a implementar medidas de controle, bem como sistemas de prevenção de acidentes.

Para assegurar que os processos estão sendo realizados de maneira correta e evitar problemas, tanto de ordem burocrática quanto relacionados diretamente à segurança e saúde do trabalhador, é importante que a empresa invista na gestão adequada dessa área. Procurar uma empresa que conduza essa gestão de forma coerente é o caminho mais seguro para tornar efetiva a segurança do trabalho em ambientes de risco com eletricidade.

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Segurança e saúde do trabalhador em pequenas e microempresas.

terça, 02 de outubro de 2018

A questão da segurança e da saúde do trabalhador dentro das pequenas e microempresas é algo que requer bastante atenção. Em média,  no Brasil, ocorre um acidente de trabalho a cada minuto, e uma morte a cada três horas. Com dados como esse, é muito importante saber que a saúde do trabalhador, bem como a sua segurança devem ser consideradas prioridades. Mas, você sabe o que é saúde ocupacional? 

Saúde do trabalhador e segurança no trabalho

É notório que o tema da segurança ocupacional e a saúde do trabalhador no Brasil  ainda não é bem administrada pelas maiorias das micro e pequenas empresas. De forma a minimizar esses riscos, foram criadas normas e sistemas obrigatórios, como a Norma Regulamentadora NR7, as SST e SCSST, que permitem aos trabalhadores, terem menor risco de sofrerem acidentes no trabalho e também doenças relacionadas com suas atividades laborais. Essas normas contribuem para dar melhoria em relação à legislação e principalmente reduzir drasticamente os riscos.

Estas normas operacionais, quando se opta pela terceirização administrativa e gerencial, assessoram positivamente a MPE, tratando de otimizar a logística interna. A saúde ocupacional está voltada exclusivamente para a própria questão da saúde do trabalhador, com foco na sua qualidade de vida, o bem-estar físico, psicológico e emocional.

A nova aplicação do eSocial na vida das empresas

Em julho passado, foi colocado em prática o eSocial, que é um sistema de submissão de informações fiscais, contábeis, trabalhistas e previdenciárias da Receita Federal, ferramenta obrigatória tanto dos MEIs quanto para as MPE.

Quais são as vantagens do eSocial?

O e-Social, além de servir como sistema integrado, permite reduzir a burocracia de redundâncias nas informações prestadas pelas pessoas físicas e jurídicas, e permitir que as empresas registrem de forma rápida no sistema  as informações de seu quadro de colaboradores.

Investimento na saúde do trabalhador e na segurança do trabalho

Todo este sistema também pode ser gerido de forma coerente através da terceirização do serviço, garantindo solucionar logísticas que antes eram sobrecarregadas pela própria empresa. A maioria destas medidas são preventivas e, ao mesmo tempo, obrigatórias, se adotadas de forma periódica. Com a aplicação destes sistemas, é possível eliminar e reduzir os riscos de acidentes no trabalho.

Aqui estamos falando também sobre o acréscimo de confiabilidade tanto em relação aos colaboradores quanto para a própria MPE, já que é possível desenvolver uma parceria neste sentido. Com as normas legais em dia, as vantagens e a otimização da produtividade da empresa só serão aperfeiçoadas.

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Saiba porque a oncologia é uma das áreas mais importantes da medicina atualmente.

quarta, 19 de setembro de 2018

A Oncologia é uma especialidade médica que estuda e trata o câncer e os tumores, classificados como benignos ou malignos, e que podem ocorrer em diversas áreas do corpo. Atualmente, essa especialidade conta com o auxílio de outras área da medicina, como psicologia, psiquiatria, pediatria, radiologia, cirurgia e patologia, além de várias outras. Entenda melhor o que é do que trata a oncologia:

O tripé da oncologia

O tratamento oncológico é bastante individualizado, uma vez que os vários tipos de câncer se manifestam de maneira muito particular em cada paciente, pois vários são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de tumores. Na oncologia, os objetivos e as metas de um tratamento de câncer se baseiam em três pilares para garantir o bem-estar do paciente:

1) Cura

O primeiro passo é buscar a cura, utilizando dos tratamentos e medicações disponíveis, sempre de forma individualizada. Tratar cada caso com determinação e provocar no paciente atitudes de esperança e otimismo frente à doença, o que por vezes é o maior dos desafios. No entanto, também é preciso que médico e paciente estejam em sintonia e sejam realistas quanto às possibilidades, tanto de sucesso quanto de alguns fracassos diante do tratamento.

2) Remissão da doença 

Nos casos em que não seja de fato possível promover a cura da doença, o médico oncologista deve orientar o paciente para uma alternativa, um objetivo secundário, pensando em aumentar os níveis de bem-estar, de modo que se diminua os efeitos e sintomas do câncer, evitando internações, principalmente.

3) Cuidados paliativos e qualidade de vida 

Após todas as tentativas de cura e remissão, caso não haja sucesso no tratamento, a oncologia se utiliza de uma terceira medida, que são os cuidados paliativos e a promoção da qualidade de vida do paciente que precisará conviver com a doença, e também de sua família e pessoas próximas, que terão que conviver com esta realidade.

Medicina especializada

Profissionais especializados e qualificados além de um bom suporte médico irão trabalhar através de uma boa dose de sensibilidade e bom-senso. Médicos oncologistas devem auxiliar seus pacientes no entendimento da doença, no acompanhamento desta, e também no psicológico acima da situação, para que haja um prolongamento de vida mais adequado e tranquilo, com qualidade e sem sofrimentos.

Pensando nisso, vê-se a importância de buscar profissionais e centros oncológicos de referência. O Centro de Oncologia da Santa Helena conta com um corpo clínico preparado, especializado e qualificado para atender todas as fases do tratamento, além disso, infraestrutura e ambientação pensadas para oferecer suporte e conforto para seus pacientes.

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Conheça a NR 05 e saiba mais sobre as suas atribuições.

segunda, 17 de setembro de 2018

Toda prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho deve ser considerada de extrema importância por todos os organismos responsáveis. Pensando nisso, foi criada a NR 5 (Norma Regulamentadora 5) que trata da aplicação de condutas para a prevenção de acidentes no trabalho. No ano de 1999, para cumprir esta função, foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - a CIPA, pelo Ministério do Trabalho.

Qual a importância da norma regulamentadora NR 5?

A função da CIPA é a prevenção de acidentes e doenças que acontecem no ambiente de trabalho, de modo a promover a saúde do trabalhador. Como órgão de acompanhamento, a CIPA tem também como objetivo observar todas as regras referentes aos riscos e à integridade física dos trabalhadores, para que através da norma regulamentadora a empresa sempre possa adotar novas medidas.

A CIPA então serve como mediadora entre os trabalhadores e a direção da empresa, estabelecendo uma rica comunicação mais transparente dentro do ambiente de trabalho, em que cada solução seja resolvida da melhor forma.

O que a CIPA prevê para contemplar os diversos aspectos de segurança e atender as exigências da NR 5 é:

  • riscos que podem acontecer no ambiente de trabalho;
  • doenças que se desenvolvem pela exposição e falta de segurança;
  • investigar e prevenir possíveis acidentes;
  • discutir entre todos sobre implantações de novas medidas no ambiente de trabalho;
  • conferir se a norma regulamentadora está sendo aplicada;
  • construir planos de trabalho com a empresa e os trabalhadores;
  • promover o cumprimento da norma regulamentadora relacionado à segurança e saúde do trabalhador.

A gestão da saúde ocupacional cumpre um importante papel para a empresa e para os trabalhadores em geral. Uma das melhores formas de adequar os padrões de normas e planos de trabalho é a terceirização desse serviço, que pode designar a CIPA nas condições de promover o total desenvolvimento de ações de prevenção contra acidentes e doenças laborais.

O sucesso da CIPA é o resultado das ações efetivas dentro da empresa para proteger o trabalhador e proporcionar um ambiente laboral seguro.

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Dermatose ocupacional: causas e consequências.

quinta, 13 de setembro de 2018

A prevenção das doenças ocupacionais é uma preocupação constante das empresas. E muitos podem ser os fatores que as originam, que vão desde a correria do dia a dia até mesmo os riscos ocupacionais de determinadas profissões. Dentre estas doenças, o artigo irá tratar da dermatose ocupacional, que dificilmente é identificada no início. Confira!

O que é a dermatose ocupacional?

A dermatose ocupacional é um conjunto de doenças de pele causadas por atividades laborais que são consideradas de risco. Principalmente aquelas que possuem contato direto com agentes químicos e biológicos. Isso pode acontecer quando o funcionário é exposto a condições de trabalhos inadequadas.

A dermatose ocupacional inicia pela descamação ou pela simples alteração de pele, podendo se agravar para incômodos repetitivos, dores, queimações e reações diversas. Os principais tipos de dermatose ocupacional são

  • Dermatites de contato por irritantes (DCI)
  • Dermatites alérgicas de contato forte (DAC)
  • Dermatites de contato com fotossensibilização
  • UlceraçãoUrticária de contato
  • Erupções acneiformes
  • Câncer cutâneo ocupacional

Prevenção e tratamento

O tratamento da dermatose ocupacional irá depender do tipo de lesão e de qual agente ela foi exposta. O trabalhador que apresentar os sintomas citados deve ser encaminhado para o dermatologista, para diagnóstico e o devido tratamento. A prevenção deve ser realizada por meio da educação dos trabalhadores sobre os riscos ocupacionais, uso de EPIs corretos e avaliação das condições de trabalho.

Em caso de suspeita da dermatose ocupacional é importante o preenchimento de uma ficha, pelo trabalhador, para que possa ser examinado e encaminhado de acordo com os procedimentos legais.

Por fim, é importante também que as empresa busquem alternativas na gestão da saúde ocupacional, a fim de otimizar seu desempenho e melhorar as formas de prevenção e tratamento para os trabalhadores.

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Doenças crônicas e a importância do tratamento continuado.

quinta, 30 de agosto de 2018

As doenças crônicas atingem um número expressivo de pessoas e, quando o tratamento continuado não é realizado, afetam sua rotina pessoal e profissional. Entre 2010 e 2016, cerca de 100 mil pessoas se aposentaram por invalidez em função de doenças crônicas como diabetes, problemas cardíacos, bronquite asmática e estresse, a grande maioria delas ligadas ao trabalho.

No ano passado, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) chegou a registrar mais de 190 mil afastamentos em razão de doenças ocupacionais, e as doenças crônicas vem afetando os trabalhadores de forma a acentuar essa estatística.

O que são doenças crônicas?

As doenças crônicas são aquelas consideradas como de desenvolvimento gradual e lento, que podem durar por longos períodos ou até gerar efeitos quase permanentes. Na verdade, a maioria destas doenças não tem cura definitiva, tais como o diabetes, a asma, a doença de Alzheimer, entre outras, e por isso o tratamento continuado é tão importante. Entre as principais doenças crônicas, podemos citar:

Hipertensão

Ocorre por fatores que induzem o aumento da pressão arterial, podendo causar AVC e infarto, quando não controlada;

Estresse e ansiedade

Como sinais mais evidentes que podem ir aumentando e se desenvolvendo em outros transtornos como depressão, pressão alta, problemas gastrointestinais, além do que, tende a reduzir o desempenho profissional e o absenteísmo, ou o alto número de faltas no trabalho;

Dermatose ocupacional

Através do contato ou contaminação com reagentes físicos, biológicos e químicos que também podem suceder como alterações na pele, dermatites, infecções e até, em últimos casos, cânceres;

Diabetes

São problemas do diabetes as alterações de pele, circulação, rins e olhos;

Bronquite asmática

Inflamação crônica das vias aéreas que ocorre quando expostas a alguma substância presente no ar;

PAIR

A Perda Auditiva Induzida por Ruído é contraída em ambientes que possuem ruídos constantes.

Importância do tratamento continuado

Apesar de não haver uma cura definitiva, as doenças crônicas podem ser prevenidas e precisam ser controladas através do tratamento continuado. Isso é realizado por meio da identificação antecipada do problema, mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física e, no caso do ambiente de trabalho, um acompanhamento adequado feito pela área de Gestão em Saúde Ocupacional.

Sabe-se que as doenças crônicas provocadas pelo exercício laboral não apenas causam impactos na vida do trabalhador, como também acarretam ônus para o empregador, que deverá assegurar-se com medidas contra tais imprevistos, como por exemplo, os custos operacionais em razão dos afastamentos.

O tratamento continuado traz efeitos vantajosos para a saúde do trabalhador. Esta é uma das principais preocupações das empresas em gerenciar a saúde de seus funcionários, salientando a necessidade de estimular e assegurar o tratamento continuado dentro da empresa.

Marque aqui sua consulta.

eSocial e as rotinas de segurança e saúde no trabalho.

terça, 28 de agosto de 2018

Com a implantação do eSocial, a rotina dos profissionais de Segurança e Saúde Ocupacional sofrerá alterações significativas, pois estas passarão ser transmitidas eletronicamente para o Ministério do Trabalho, Receita Federal e INSS.

Por isso, muitas são as questões relacionadas à Saúde e Segurança do Trabalho que precisam ser cuidadosamente observadas pelo empregador durante o envio das informações por meio do eSocial.

Confira neste artigo as mudanças na rotina e as principais informações que o eSocial transmitirá sobre segurança do trabalho e saúde ocupacional:

Informações transmitidas via eSocial

O eSocial envolverá todas as informações da área de saúde ocupacional e segurança do trabalho. A padronização das declarações emitidas após a implementação do eSocial trará uma melhoria bastante considerável a todos os envolvidos nesse meio: órgãos governamentais, empregados e empregadores.

Entre os tipos de informações transmitidas e arquivos que devem ser enviados pelo eSocial, os que se referem à segurança e saúde do trabalho são os seguintes, conforme a sequência:

- Informações do Empregador

Aqui, o arquivo deverá conter as informações sobre o GILRAT (Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente de Riscos Ambientais do Trabalho) e sobre o FAP (Fator Acidentário de Prevenção), entre outras.

- Admissão de Trabalhador

Neste arquivo, o empregador ou empresa responsável pela gestão de segurança e saúde ocupacional precisará informar os dados contidos no Atestado de Saúde Ocupacional admissional.

- Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT

Todo e qualquer evento referente a acidentes de trabalho deverá ser noticiado através deste arquivo, contendo todos detalhes, como o agente ou situação causadora do acidente e a natureza da lesão.

- Monitoramento da Saúde do Trabalhador

As informações dos Atestados de Saúde Ocupacional periódico; de retorno ao trabalho; de mudança de função; e de monitorização pontual deverão ser enviadas através do arquivo de monitoramento no sistema eSocial.

- Afastamento Temporário

Aqui, serão registrados os afastamentos que ocorrerem, com todos os dados do colaborador e os motivos do afastamento,assim como o período de tempo do afastamento temporário.

- Condições Ambientais do Trabalho / Fatores de Risco

Neste arquivo devem ser registradas as condições de trabalho de cada funcionário, com informações sobre o ambiente em que ele atua e por qual período, as atividades realizadas, os riscos presentes no ambiente, se são utilizados EPI (Equipamentos de Proteção Individual), e outras informações.

Todos esses dados é que alimentarão o eSocial com as informações necessárias para a emissão do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário). É importante destacar que o eSocial em nada altera a legislação sobre Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional, mas trata-se de uma maneira mais eficiente e organizada de distribuir e receber informações e averiguar a aplicação destas leis nas empresas.

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Norma Regulamentadora NR4: impactos no setor de engenharia.

quinta, 09 de agosto de 2018

A Norma Regulamentadora NR4, que exige a implantação do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), tem a finalidade primária de promover saúde e zelar pela integridade física dos colaboradores que realizam atividades de risco ou podem desenvolver doenças laborais.

Para aplicação da NR4 deve-se contar com diversos profissionais da área de saúde, entre eles: médicos, enfermeiros, técnico de segurança do trabalho e engenheiro de Segurança e em Medicina do Trabalho, com pós-graduação, especialização/mestrado, em decorrência de funções vinculadas e previstas na legislação. 

Conheça melhor a finalidade e aplicação da Norma Regulamentadora NR4:

- Redução de acidentes de trabalho

A principal finalidade da Norma Regulamentadora NR4 destina-se a prevenir acidentes, evitar doenças laborais e ainda contribuir com a qualidade de vida e bem-estar dos colaboradores em empresas que necessitam da realização de atividades de risco. 

- Distribuição de SESMT

Empresas com atividades de risco, com mais de 50 funcionários, são obrigadas a oferecerem o SESMT. Para empresas com atividades de baixo risco, somente quando houver mais de 501 funcionários no quadro funcional, estará enquadrada na NR4.

Em cada unidade das empresas que se enquadram na norma regulamentadora NR4 deve haver um Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho, salvo exceções. Caso as unidades estejam localizadas num raio de 5 km, poderão estabelecer apenas uma unidade SESMT centralizada. Em caso de canteiros e frentes de trabalho com até 1000 funcionários, também poderão manter apenas o SESMT centralizado. 

As empresas de menor porte, podem utilizar o SESMT de outras empresas maiores, se necessário, e se pertencerem à mesma unidade federativa, território ou Distrito Federal. Caso uma empresa tenha vários estabelecimentos, cada um deles deve manter o SESMT, respeitando as exceções previstas na norma.

Para mais informações da Norma Regulamentadora - NR4 - sugerimos a leitura completa da Legislação. 

- Engenharia de Segurança e Medicina no Trabalho

Com um SESMT no local de trabalho, os funcionários contam com todo o serviço de engenharia de segurança e medicina do trabalho, o que reduz consideravelmente os riscos, mitiga perigos,  realiza orientação correta para uso de EPI's e procedimentos de segurança, conforme NR6.

- Atividade principal e secundária 

É importante conhecer profundamente detalhes sobre a atividade principal da empresa e atividades secundárias, que podem ser exercidas e possam apresentar riscos. Caso as atividades secundárias sejam de maior risco que a atividade principal, essas deverão ser levas em consideração pelo SESMT e não a principal.   

Se a empresa preferir implementar um SESMT próprio, os colaboradores que forem atendidos pelo SESMT comum, não serão incluídos na base de cálculo para mensurar o Serviço de Engenharia Próprio das que optarem por ambos SESMT.

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Problemas auditivos: como identificar e prevenir?

terça, 07 de agosto de 2018

Existem diversos tipos de problemas auditivos, que podem ir do mais leve grau de surdez à perda total da audição. Embora algumas pessoas possam, por fatores genéticos, chegar à surdez, a maior parte dos casos ocorrem por lesões causadas por ruídos ou mesmo danos físicos.

Pequenos hábitos podem influenciar e prejudicar a audição a longo prazo, e acabam ocorrendo, muitas vezes, por falta de cuidado. O uso frequente de fones de ouvido com volume acima dos níveis considerados seguros, pode acarretar um problema auditivo.

Da mesma forma, pessoas expostas a ruídos elevados, como sirenes, britadeiras e equipes de som, por exemplo, correm mais riscos de desenvolver problemas auditivos, devido ao barulho contínuo. Até mesmo o som de buzinas e automóveis pode comprometer nossa audição, quando a exposição é permanente. 

E onde mais ocorrem casos de problemas auditivos é justamente em ambientes laborais. Diversos fatores, além do uso inadequado de equipamentos de segurança, acarretam nesse tipo de lesão. A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) é uma doença causada pela exposição constante de ruídos e barulhos intensos, frequentemente obtida no local de trabalho. 

Nesses locais, principalmente em metalúrgicas e indústrias têxteis, os barulhos contínuos e em alto volume são muito comuns. As caldeiras, onde existe grande exposição ao calor, e os trabalhos que envolvem vibração, como no manuseio de britadeiras, por exemplo, são consideradas atividades de risco.

Um trabalhador exposto, por um longo período, sem as condições e prevenções necessárias,  pode acabar sofrendo uma lesão auditiva, geralmente irreversível e progressiva, mesmo com tratamento.

Principais sintomas que podem indicar problemas auditivos:

  • zumbidos;
  • ​- dificuldades na compreensão da fala;
  • ​- irritabilidade;
  • ​- tonturas;
  • ​- problemas digestivos;
  • ​- isolamento;
  • ​- perda auditiva significativa.

Ao identificar esses sintomas, é necessário procurar um médico especializado, que indicará o tratamento adequado. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar a progressão da doença. Alguns estágios da perda de audição podem acarretar afastamento médico.

Como prevenir?

Existem diversos modos para prevenir e evitar problemas auditivos. Tanto no ambiente laboral como na rotina privada, é possível seguir essas dicas para se precaver:

  • ​- usar corretamente os equipamentos de segurança (EPI´s);
  • ​- evitar a exposição permanente ou por longo período a barulhos intensos;
  • ​- não introduzir nenhum objeto perfurante em seus canais auditivos, nem mesmo cotonetes, sob risco entupir com cera, ou danificar o tímpano;
  • ​- não utilizar fones de ouvido com volume máximo.

As empresas devem adotar os programas de prevenção PPRA (Prevenção de Riscos Ambientais), PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e o PCA (Programa de Conservação auditiva).

Ao iniciar atividades de risco, o funcionário deverá se submeter a audiometrias preventivas, e ao deixar de fazer parte do quadro da empresa também, para verificar se a atividade provocou danos auditivos, para assim preservar a integridade física de seus colaboradores.

Como não existe tratamento que reverta problemas auditivos a melhor forma de prevenir é ter os cuidados mínimos para não acabar gerando problemas auditivos no futuro.

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