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Vida e Saúde - Blog

Saiba porque a oncologia é uma das áreas mais importantes da medicina atualmente.

quarta, 19 de setembro de 2018

A Oncologia é uma especialidade médica que estuda e trata o câncer e os tumores, classificados como benignos ou malignos, e que podem ocorrer em diversas áreas do corpo. Atualmente, essa especialidade conta com o auxílio de outras área da medicina, como psicologia, psiquiatria, pediatria, radiologia, cirurgia e patologia, além de várias outras. Entenda melhor o que é do que trata a oncologia:

O tripé da oncologia

O tratamento oncológico é bastante individualizado, uma vez que os vários tipos de câncer se manifestam de maneira muito particular em cada paciente, pois vários são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de tumores. Na oncologia, os objetivos e as metas de um tratamento de câncer se baseiam em três pilares para garantir o bem-estar do paciente:

1) Cura

O primeiro passo é buscar a cura, utilizando dos tratamentos e medicações disponíveis, sempre de forma individualizada. Tratar cada caso com determinação e provocar no paciente atitudes de esperança e otimismo frente à doença, o que por vezes é o maior dos desafios. No entanto, também é preciso que médico e paciente estejam em sintonia e sejam realistas quanto às possibilidades, tanto de sucesso quanto de alguns fracassos diante do tratamento.

2) Remissão da doença 

Nos casos em que não seja de fato possível promover a cura da doença, o médico oncologista deve orientar o paciente para uma alternativa, um objetivo secundário, pensando em aumentar os níveis de bem-estar, de modo que se diminua os efeitos e sintomas do câncer, evitando internações, principalmente.

3) Cuidados paliativos e qualidade de vida 

Após todas as tentativas de cura e remissão, caso não haja sucesso no tratamento, a oncologia se utiliza de uma terceira medida, que são os cuidados paliativos e a promoção da qualidade de vida do paciente que precisará conviver com a doença, e também de sua família e pessoas próximas, que terão que conviver com esta realidade.

Medicina especializada

Profissionais especializados e qualificados além de um bom suporte médico irão trabalhar através de uma boa dose de sensibilidade e bom-senso. Médicos oncologistas devem auxiliar seus pacientes no entendimento da doença, no acompanhamento desta, e também no psicológico acima da situação, para que haja um prolongamento de vida mais adequado e tranquilo, com qualidade e sem sofrimentos.

Pensando nisso, vê-se a importância de buscar profissionais e centros oncológicos de referência. O Centro de Oncologia da Santa Helena conta com um corpo clínico preparado, especializado e qualificado para atender todas as fases do tratamento, além disso, infraestrutura e ambientação pensadas para oferecer suporte e conforto para seus pacientes.

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Conheça a NR 05 e saiba mais sobre as suas atribuições.

segunda, 17 de setembro de 2018

Toda prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho deve ser considerada de extrema importância por todos os organismos responsáveis. Pensando nisso, foi criada a NR 5 (Norma Regulamentadora 5) que trata da aplicação de condutas para a prevenção de acidentes no trabalho. No ano de 1999, para cumprir esta função, foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - a CIPA, pelo Ministério do Trabalho.

Qual a importância da norma regulamentadora NR 5?

A função da CIPA é a prevenção de acidentes e doenças que acontecem no ambiente de trabalho, de modo a promover a saúde do trabalhador. Como órgão de acompanhamento, a CIPA tem também como objetivo observar todas as regras referentes aos riscos e à integridade física dos trabalhadores, para que através da norma regulamentadora a empresa sempre possa adotar novas medidas.

A CIPA então serve como mediadora entre os trabalhadores e a direção da empresa, estabelecendo uma rica comunicação mais transparente dentro do ambiente de trabalho, em que cada solução seja resolvida da melhor forma.

O que a CIPA prevê para contemplar os diversos aspectos de segurança e atender as exigências da NR 5 é:

  • riscos que podem acontecer no ambiente de trabalho;
  • doenças que se desenvolvem pela exposição e falta de segurança;
  • investigar e prevenir possíveis acidentes;
  • discutir entre todos sobre implantações de novas medidas no ambiente de trabalho;
  • conferir se a norma regulamentadora está sendo aplicada;
  • construir planos de trabalho com a empresa e os trabalhadores;
  • promover o cumprimento da norma regulamentadora relacionado à segurança e saúde do trabalhador.

A gestão da saúde ocupacional cumpre um importante papel para a empresa e para os trabalhadores em geral. Uma das melhores formas de adequar os padrões de normas e planos de trabalho é a terceirização desse serviço, que pode designar a CIPA nas condições de promover o total desenvolvimento de ações de prevenção contra acidentes e doenças laborais.

O sucesso da CIPA é o resultado das ações efetivas dentro da empresa para proteger o trabalhador e proporcionar um ambiente laboral seguro.

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Dermatose ocupacional: causas e consequências.

quinta, 13 de setembro de 2018

A prevenção das doenças ocupacionais é uma preocupação constante das empresas. E muitos podem ser os fatores que as originam, que vão desde a correria do dia a dia até mesmo os riscos ocupacionais de determinadas profissões. Dentre estas doenças, o artigo irá tratar da dermatose ocupacional, que dificilmente é identificada no início. Confira!

O que é a dermatose ocupacional?

A dermatose ocupacional é um conjunto de doenças de pele causadas por atividades laborais que são consideradas de risco. Principalmente aquelas que possuem contato direto com agentes químicos e biológicos. Isso pode acontecer quando o funcionário é exposto a condições de trabalhos inadequadas.

A dermatose ocupacional inicia pela descamação ou pela simples alteração de pele, podendo se agravar para incômodos repetitivos, dores, queimações e reações diversas. Os principais tipos de dermatose ocupacional são

  • Dermatites de contato por irritantes (DCI)
  • Dermatites alérgicas de contato forte (DAC)
  • Dermatites de contato com fotossensibilização
  • UlceraçãoUrticária de contato
  • Erupções acneiformes
  • Câncer cutâneo ocupacional

Prevenção e tratamento

O tratamento da dermatose ocupacional irá depender do tipo de lesão e de qual agente ela foi exposta. O trabalhador que apresentar os sintomas citados deve ser encaminhado para o dermatologista, para diagnóstico e o devido tratamento. A prevenção deve ser realizada por meio da educação dos trabalhadores sobre os riscos ocupacionais, uso de EPIs corretos e avaliação das condições de trabalho.

Em caso de suspeita da dermatose ocupacional é importante o preenchimento de uma ficha, pelo trabalhador, para que possa ser examinado e encaminhado de acordo com os procedimentos legais.

Por fim, é importante também que as empresa busquem alternativas na gestão da saúde ocupacional, a fim de otimizar seu desempenho e melhorar as formas de prevenção e tratamento para os trabalhadores.

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Doenças crônicas e a importância do tratamento continuado.

quinta, 30 de agosto de 2018

As doenças crônicas atingem um número expressivo de pessoas e, quando o tratamento continuado não é realizado, afetam sua rotina pessoal e profissional. Entre 2010 e 2016, cerca de 100 mil pessoas se aposentaram por invalidez em função de doenças crônicas como diabetes, problemas cardíacos, bronquite asmática e estresse, a grande maioria delas ligadas ao trabalho.

No ano passado, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) chegou a registrar mais de 190 mil afastamentos em razão de doenças ocupacionais, e as doenças crônicas vem afetando os trabalhadores de forma a acentuar essa estatística.

O que são doenças crônicas?

As doenças crônicas são aquelas consideradas como de desenvolvimento gradual e lento, que podem durar por longos períodos ou até gerar efeitos quase permanentes. Na verdade, a maioria destas doenças não tem cura definitiva, tais como o diabetes, a asma, a doença de Alzheimer, entre outras, e por isso o tratamento continuado é tão importante. Entre as principais doenças crônicas, podemos citar:

Hipertensão

Ocorre por fatores que induzem o aumento da pressão arterial, podendo causar AVC e infarto, quando não controlada;

Estresse e ansiedade

Como sinais mais evidentes que podem ir aumentando e se desenvolvendo em outros transtornos como depressão, pressão alta, problemas gastrointestinais, além do que, tende a reduzir o desempenho profissional e o absenteísmo, ou o alto número de faltas no trabalho;

Dermatose ocupacional

Através do contato ou contaminação com reagentes físicos, biológicos e químicos que também podem suceder como alterações na pele, dermatites, infecções e até, em últimos casos, cânceres;

Diabetes

São problemas do diabetes as alterações de pele, circulação, rins e olhos;

Bronquite asmática

Inflamação crônica das vias aéreas que ocorre quando expostas a alguma substância presente no ar;

PAIR

A Perda Auditiva Induzida por Ruído é contraída em ambientes que possuem ruídos constantes.

Importância do tratamento continuado

Apesar de não haver uma cura definitiva, as doenças crônicas podem ser prevenidas e precisam ser controladas através do tratamento continuado. Isso é realizado por meio da identificação antecipada do problema, mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física e, no caso do ambiente de trabalho, um acompanhamento adequado feito pela área de Gestão em Saúde Ocupacional.

Sabe-se que as doenças crônicas provocadas pelo exercício laboral não apenas causam impactos na vida do trabalhador, como também acarretam ônus para o empregador, que deverá assegurar-se com medidas contra tais imprevistos, como por exemplo, os custos operacionais em razão dos afastamentos.

O tratamento continuado traz efeitos vantajosos para a saúde do trabalhador. Esta é uma das principais preocupações das empresas em gerenciar a saúde de seus funcionários, salientando a necessidade de estimular e assegurar o tratamento continuado dentro da empresa.

Marque aqui sua consulta.

eSocial e as rotinas de segurança e saúde no trabalho.

terça, 28 de agosto de 2018

Com a implantação do eSocial, a rotina dos profissionais de Segurança e Saúde Ocupacional sofrerá alterações significativas, pois estas passarão ser transmitidas eletronicamente para o Ministério do Trabalho, Receita Federal e INSS.

Por isso, muitas são as questões relacionadas à Saúde e Segurança do Trabalho que precisam ser cuidadosamente observadas pelo empregador durante o envio das informações por meio do eSocial.

Confira neste artigo as mudanças na rotina e as principais informações que o eSocial transmitirá sobre segurança do trabalho e saúde ocupacional:

Informações transmitidas via eSocial

O eSocial envolverá todas as informações da área de saúde ocupacional e segurança do trabalho. A padronização das declarações emitidas após a implementação do eSocial trará uma melhoria bastante considerável a todos os envolvidos nesse meio: órgãos governamentais, empregados e empregadores.

Entre os tipos de informações transmitidas e arquivos que devem ser enviados pelo eSocial, os que se referem à segurança e saúde do trabalho são os seguintes, conforme a sequência:

- Informações do Empregador

Aqui, o arquivo deverá conter as informações sobre o GILRAT (Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente de Riscos Ambientais do Trabalho) e sobre o FAP (Fator Acidentário de Prevenção), entre outras.

- Admissão de Trabalhador

Neste arquivo, o empregador ou empresa responsável pela gestão de segurança e saúde ocupacional precisará informar os dados contidos no Atestado de Saúde Ocupacional admissional.

- Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT

Todo e qualquer evento referente a acidentes de trabalho deverá ser noticiado através deste arquivo, contendo todos detalhes, como o agente ou situação causadora do acidente e a natureza da lesão.

- Monitoramento da Saúde do Trabalhador

As informações dos Atestados de Saúde Ocupacional periódico; de retorno ao trabalho; de mudança de função; e de monitorização pontual deverão ser enviadas através do arquivo de monitoramento no sistema eSocial.

- Afastamento Temporário

Aqui, serão registrados os afastamentos que ocorrerem, com todos os dados do colaborador e os motivos do afastamento,assim como o período de tempo do afastamento temporário.

- Condições Ambientais do Trabalho / Fatores de Risco

Neste arquivo devem ser registradas as condições de trabalho de cada funcionário, com informações sobre o ambiente em que ele atua e por qual período, as atividades realizadas, os riscos presentes no ambiente, se são utilizados EPI (Equipamentos de Proteção Individual), e outras informações.

Todos esses dados é que alimentarão o eSocial com as informações necessárias para a emissão do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário). É importante destacar que o eSocial em nada altera a legislação sobre Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional, mas trata-se de uma maneira mais eficiente e organizada de distribuir e receber informações e averiguar a aplicação destas leis nas empresas.

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Norma Regulamentadora NR4: impactos no setor de engenharia.

quinta, 09 de agosto de 2018

A Norma Regulamentadora NR4, que exige a implantação do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), tem a finalidade primária de promover saúde e zelar pela integridade física dos colaboradores que realizam atividades de risco ou podem desenvolver doenças laborais.

Para aplicação da NR4 deve-se contar com diversos profissionais da área de saúde, entre eles: médicos, enfermeiros, técnico de segurança do trabalho e engenheiro de Segurança e em Medicina do Trabalho, com pós-graduação, especialização/mestrado, em decorrência de funções vinculadas e previstas na legislação. 

Conheça melhor a finalidade e aplicação da Norma Regulamentadora NR4:

- Redução de acidentes de trabalho

A principal finalidade da Norma Regulamentadora NR4 destina-se a prevenir acidentes, evitar doenças laborais e ainda contribuir com a qualidade de vida e bem-estar dos colaboradores em empresas que necessitam da realização de atividades de risco. 

- Distribuição de SESMT

Empresas com atividades de risco, com mais de 50 funcionários, são obrigadas a oferecerem o SESMT. Para empresas com atividades de baixo risco, somente quando houver mais de 501 funcionários no quadro funcional, estará enquadrada na NR4.

Em cada unidade das empresas que se enquadram na norma regulamentadora NR4 deve haver um Serviço Especializado em Saúde e Medicina do Trabalho, salvo exceções. Caso as unidades estejam localizadas num raio de 5 km, poderão estabelecer apenas uma unidade SESMT centralizada. Em caso de canteiros e frentes de trabalho com até 1000 funcionários, também poderão manter apenas o SESMT centralizado. 

As empresas de menor porte, podem utilizar o SESMT de outras empresas maiores, se necessário, e se pertencerem à mesma unidade federativa, território ou Distrito Federal. Caso uma empresa tenha vários estabelecimentos, cada um deles deve manter o SESMT, respeitando as exceções previstas na norma.

Para mais informações da Norma Regulamentadora - NR4 - sugerimos a leitura completa da Legislação. 

- Engenharia de Segurança e Medicina no Trabalho

Com um SESMT no local de trabalho, os funcionários contam com todo o serviço de engenharia de segurança e medicina do trabalho, o que reduz consideravelmente os riscos, mitiga perigos,  realiza orientação correta para uso de EPI's e procedimentos de segurança, conforme NR6.

- Atividade principal e secundária 

É importante conhecer profundamente detalhes sobre a atividade principal da empresa e atividades secundárias, que podem ser exercidas e possam apresentar riscos. Caso as atividades secundárias sejam de maior risco que a atividade principal, essas deverão ser levas em consideração pelo SESMT e não a principal.   

Se a empresa preferir implementar um SESMT próprio, os colaboradores que forem atendidos pelo SESMT comum, não serão incluídos na base de cálculo para mensurar o Serviço de Engenharia Próprio das que optarem por ambos SESMT.

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Problemas auditivos: como identificar e prevenir?

terça, 07 de agosto de 2018

Existem diversos tipos de problemas auditivos, que podem ir do mais leve grau de surdez à perda total da audição. Embora algumas pessoas possam, por fatores genéticos, chegar à surdez, a maior parte dos casos ocorrem por lesões causadas por ruídos ou mesmo danos físicos.

Pequenos hábitos podem influenciar e prejudicar a audição a longo prazo, e acabam ocorrendo, muitas vezes, por falta de cuidado. O uso frequente de fones de ouvido com volume acima dos níveis considerados seguros, pode acarretar um problema auditivo.

Da mesma forma, pessoas expostas a ruídos elevados, como sirenes, britadeiras e equipes de som, por exemplo, correm mais riscos de desenvolver problemas auditivos, devido ao barulho contínuo. Até mesmo o som de buzinas e automóveis pode comprometer nossa audição, quando a exposição é permanente. 

E onde mais ocorrem casos de problemas auditivos é justamente em ambientes laborais. Diversos fatores, além do uso inadequado de equipamentos de segurança, acarretam nesse tipo de lesão. A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) é uma doença causada pela exposição constante de ruídos e barulhos intensos, frequentemente obtida no local de trabalho. 

Nesses locais, principalmente em metalúrgicas e indústrias têxteis, os barulhos contínuos e em alto volume são muito comuns. As caldeiras, onde existe grande exposição ao calor, e os trabalhos que envolvem vibração, como no manuseio de britadeiras, por exemplo, são consideradas atividades de risco.

Um trabalhador exposto, por um longo período, sem as condições e prevenções necessárias,  pode acabar sofrendo uma lesão auditiva, geralmente irreversível e progressiva, mesmo com tratamento.

Principais sintomas que podem indicar problemas auditivos:

  • zumbidos;
  • ​- dificuldades na compreensão da fala;
  • ​- irritabilidade;
  • ​- tonturas;
  • ​- problemas digestivos;
  • ​- isolamento;
  • ​- perda auditiva significativa.

Ao identificar esses sintomas, é necessário procurar um médico especializado, que indicará o tratamento adequado. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar a progressão da doença. Alguns estágios da perda de audição podem acarretar afastamento médico.

Como prevenir?

Existem diversos modos para prevenir e evitar problemas auditivos. Tanto no ambiente laboral como na rotina privada, é possível seguir essas dicas para se precaver:

  • ​- usar corretamente os equipamentos de segurança (EPI´s);
  • ​- evitar a exposição permanente ou por longo período a barulhos intensos;
  • ​- não introduzir nenhum objeto perfurante em seus canais auditivos, nem mesmo cotonetes, sob risco entupir com cera, ou danificar o tímpano;
  • ​- não utilizar fones de ouvido com volume máximo.

As empresas devem adotar os programas de prevenção PPRA (Prevenção de Riscos Ambientais), PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e o PCA (Programa de Conservação auditiva).

Ao iniciar atividades de risco, o funcionário deverá se submeter a audiometrias preventivas, e ao deixar de fazer parte do quadro da empresa também, para verificar se a atividade provocou danos auditivos, para assim preservar a integridade física de seus colaboradores.

Como não existe tratamento que reverta problemas auditivos a melhor forma de prevenir é ter os cuidados mínimos para não acabar gerando problemas auditivos no futuro.

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Saiba mais sobre o Plano de Atendimento à Emergência (PAE)

quarta, 25 de julho de 2018

O Plano de Atendimento à Emergência (PAE) é um plano elaborado para determinar as devidas prevenções de emergências em empresas públicas ou privadas, tais como incêndios, explosões, desastres naturais, transporte de produtos de alta periculosidade, entre outros.

No Plano de Atendimento à Emergência todas as medidas e procedimentos relacionados à emergência precisam estar documentados e devidamente formalizados.

A finalidade do Plano de Atendimento à Emergência é ter condições para resolver ou minimizar qualquer acidente que possa ocorrer futuramente dentro ou fora da empresa, já devidamente identificado ou com risco elevado. 

Utilizar o Plano de Atendimento à Emergência é fundamental, uma vez que ele contém planos de ação para que seja possível reduzir ou evitar danos materiais e riscos para funcionários e meio ambiente.

O PAE deve identificar os riscos a que o empreendimento está exposto e possíveis cenários de emergência identificados, além de organizar formas de socorro e ações que reduzam as consequências desses riscos. Serve também para organizar os procedimentos de evacuação, através de treinamentos e atendimentos de emergência.

Uma vez que o Plano de Atendimento à Emergência seja implantado, ele deverá passar por uma revisão de procedimentos, periodicamente, quando possíveis riscos podem ser incluídos e reavaliados conforme a necessidade. 

Características do Plano de Atendimento à Emergência:

- Simplicidade

O PAE deve ser de fácil compreensão, facilitando o entendimento e evitando erros, confusões e discordâncias.

- Flexibilidade

Deve ser elaborado de forma a permitir a adaptação de procedimentos em situações não coincidentes com os cenários previstos.

- Adequação

O PAE deve descrever as situações de risco, deve estar adequado à realidade da empresa e seus meios.

- Dinamismo

O Plano de Atendimento  deve ser dinâmico e passar por atualizações periódicas, em função da análise de riscos e novas ameaças identificadas.

- Precisão

Os procedimentos, em caso de emergência, devem ser descritos com clareza na atribuição de responsabilidades.

Componentes do Plano de Atendimento à Emergência:

-  Componentes técnicos 

Sinalização de emergência com informações, proibições e obrigações claras. Sinalização sonora e de incêndios, extintores, bocas-de-incêndio, carretéis, detectores de incêndio, plantas baixa, pictogramas e equipamentos de combate a incêndio.

-  Componentes humanos

Centros de coordenação de emergências para identificar e avaliar perigos, planejar e coordenar ações de combate, evacuação, alertas, alarmes, manutenção de equipamentos.

-  Componentes de capacitação 

Informação prévia, capacitações regulares e contínuas, treinamentos para situações de emergência.

-  Componentes médicos e primeiros socorros

 Deve ter, à disposição, meios para prestar os primeiros socorros e atendimentos em caso de emergências.

Situações de Emergência

-  Emergências químicas e biológicas 

Emergências químicas são bastante comuns. Assim como acidentes ou incidentes que resultem em exposição a agentes biológicos patogênicos. Essas circunstâncias devem ser imediatamente notificadas ao responsável, com providências de avaliação médica, vigilância e tratamento, devendo ser mantido registro por escrito desses episódios e das providências adotadas.

-  Emergência radiológica

No caso de contaminação de superfície com líquido radioativo, efetuar procedimentos de descontaminação e verificar níveis residuais de radiação. Assim como notificar e informar órgãos competentes. 

-  Incêndios e explosões

Incêndios e explosões passam por procedimento de evacuação do local e comunicação com bombeiros. Caso haja vítimas potenciais, também deve-se acionar a SAMU. As vias de acesso devem ser preparadas para a chegada de bombeiros e ambulâncias.

-  Catástrofes e emergências ambientais

Emergências ambientais são eventos súbitos, de origem natural, previsíveis ou não, que provocam danos materiais e humanos. As catástrofes naturais causam ruptura entre o ambiente natural e o sistema social, afetando gravemente a segurança das pessoas e as condições de vida das populações.

-  Emergências humanas

Emergências humanas são acidentes que envolvem funcionários, prestadores de serviços ou clientes, podendo ocorrer a qualquer momento. Entre os mais comuns estão choque elétrico, queimaduras em equipamentos e parada cardiorrespiratória.

Para circunstâncias de risco faz necessária a implementação do PAE, e seu maior benefício é a segurança de colaboradores, clientes, prestadores de serviço, população local e meio ambiente.

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Saiba a diferença entre acidente e incidente de trabalho.

terça, 24 de julho de 2018

Cada vez mais, temas relacionados com Saúde e Segurança no trabalho vêm se tornando populares. Em toda parte do mundo há amplas discussões no que diz respeito à integridade física e psicológica de funcionários. Por isso, é tão importante conhecer profundamente a diferença entre acidente e incidente de trabalho.

 

Do ponto de vista jurídico, incidente é toda e qualquer ocorrência não planejada ou prevista, no trabalho ou em decorrência do mesmo. Isto é, a diferença entre acidente e incidente dependerá da ocorrência de lesões físicas ou psicológicas, que tenha como consequência a redução da força de trabalho, impedindo de forma temporária ou permanente a realização de atividades laborais, em decorrência do ocorrido.

No caso, um incidente por levar a um acidente, ou apenas prejudicar a realização da atividade, com ou sem danos materiais. 

Para que a diferença entre acidente e incidente de trabalho possa ser mais bem percebida e interpretada, listamos uma análise comparativa, para que seja mais fácil compreender essas particularidades e quais as medidas operacionais em decorrência desses eventos.

Diferença entre acidente e incidente de trabalho:

Em termos semânticos

Em termos semânticos, a diferença entre acidente e incidente de trabalho, é bem clara: incidente é um evento não previsto, que causa transtornos, sem grandes consequências, normalmente sem danos, ou com danos meramente materiais. Incidentes podem vir a provocar acidentes. 

Em termos burocráticos

Nesse caso, a diferença entre acidente e incidente de trabalho, é que incidentes provocam apenas prejuízos e perdas materiais ou imateriais, como o tempo. Já um acidente envolve lesões físicas e mentais, podendo ou não serem permanentes.

Acidentes devem ser relatados através do Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) à Previdência Social, pelos responsáveis pela segurança no trabalho ou área de recursos humanos, representante legal ou pelo próprio trabalhador. 

Em termos de gravidade

O empregador tem responsabilidade sobre os funcionários, assim em caso de acidentes com lesões, será igualmente responsabilizado. O funcionário estará sempre amparado pela Previdência Social, sendo o acidente culposo ou doloso, no caso de haver culpa por parte do empregador que assume o risco de acidente ou risco de matar. 

Em caso de dolo ou culpa do empregador, esse deverá pagar multas e indenizações pelos danos causados. São considerados acidentes de trabalho:

doença provocada em decorrência de certas atividades laborais, relativa ao tipo de trabalho;

-  acidente típico, que ocorre diretamente pelo exercício do trabalho;

acidentes de deslocamento, isto é, no percurso entre casa-empresa-casa, ou durante o trânsito em viagens de trabalho.

Em caso de morte

Se constatado dolo ou culpa por parte do empregador, em caso de morte ele deverá arcar com todas as despesas de sepultamento, pensão para menores de idade e inválidos, e viúva, se houver, dependendo do caso em regime vitalício ou até que os menores alcancem a maioridade legal. A morte deverá ser comunicada no mesmo dia através da CAT.

Afastamento ou aposentadoria por invalidez

Afastamentos de até 15 dias são responsabilidade do empregador e caso dure mais tempo, os valores são assumidos pelo INSS, após perícia. 

É muito importante conhecer a diferença entre acidente e incidente no trabalho, prevenir, e cumprir toda a legislação vigente e regulamentada de acordo com a Lei n° 8.213/1991.

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Entenda sobre a importância do treinamento para garantir a saúde laboral.

quarta, 11 de julho de 2018

As rotinas de trabalho vão muito além do cumprimento de atividades laborais. A rotina de um trabalhador vai desde sua capacitação, até a limpeza e higienização de maquinários, assim como o cumprimento de medidas de segurança. E aí está a importância do treinamento e exigências de procedimentos que reduzam os riscos de acidentes.

As capacitações e treinamentos corporativos fazem parte do dia-a-dia de empresas e conta com o envolvimento de profissionais de gestão de recursos humanos, assim como técnicos e especialistas em segurança e saúde laboral.

Essa é uma preocupação constante, tanto para evitar acidentes no ambiente de trabalho, como para reduzir os custos operacionais, decorrentes de afastamentos e até por acidentes que podem deixar o funcionário incapacitado para o trabalho. 

Conheça agora mais sobre a importância do treinamento e capacitação no meio laboral:

- Treinamentos para desenvolvimento pessoal

Desenvolvimento pessoal é um foco importante quando pensamos em treinamentos. Capacitar é um fator fundamental para investimentos em treinamentos, que colaboram com um clima organizacional agradável e desempenho da equipe.

Portanto, a importância do treinamento com foco em desenvolvimento pessoal pode ajudar na saúde, evitando conflitos internos e colaborando com a qualidade de vida no trabalho. 

- Prevenção de acidentes 

Algo importante no treinamento está em informar e prevenir acidentes no ambiente de trabalho. Logicamente, a prevenção passa pela conscientização sobre o risco de acidentes, e isso só pode ser alcançado com a multiplicação de medidas de segurança e o cumprimento das mesmas. 

- Prevenção de LER's 

Grande parte dos problemas de saúde no ambiente de trabalho estão relacionados com esforços repetitivos e má postura. Tudo isso pode provocar lesões ocasionais ou, até mesmo, permanentes. Os treinamentos são muito indicados para a prevenção de LER's (Lesão por Esforço Repetitivo), assim como medidas que prezem pela ergonomia nos ambientes laborais.  

- Uso correto de EPI's

Diversos acidentes de trabalho poderiam ser evitados com o uso correto de equipamentos de segurança - EPI's. É recomendada a realização de treinamentos de rotina e cursos onde o trabalhador possa ver e conhecer com precisão sobre o uso de EPI's. 

-  Alimentação saudável

Além de oferecer uma alimentação de qualidade e alto valor nutricional em refeitórios, é de suma necessidade realizar atividades direcionadas para conscientizar sobre a importância de alimentar-se bem e corretamente, assim como priorizar o consumo de alimentos naturais e livres de agrotóxicos, evitando alimentos industrializados. 

Essas e outras questões reforçam a importância do treinamento, quando voltado à qualidade de vida, saúde e segurança dos colaboradores, uma vez que esses fatores são determinantes para o desempenho e desenvoltura no meio laboral.

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