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Vida e Saúde - Blog

Nova versão do Manual de Orientação do eSocial – MOS

quarta, 06 de fevereiro de 2019

A nova versão do Manual de Orientação do eSocial foi publicada recentemente. Entre as novidades do MOS estão os novos eventos relacionados ao recolhimento do FGTS, orientações de como proceder em casos de divergência no CPF do trabalhador, o novo cronograma de implantação do eSocial e os eventos relacionados a Segurança e Saúde no Trabalho.

Além disso, o manual traz explicações e exemplos, de maneira a facilitar a compreensão dos tópicos pelos usuários. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Eventos de Saúde e Segurança no Trabalho no eSocial

São definidos como eventos de Segurança e Saúde no Trabalho – SST os abaixo elencados:

  • S-1060 - Tabela de Ambientes de Trabalho;
  • S-2210 - Comunicação de Acidente de Trabalho;
  • S-2220 - Monitoramento da Saúde do Trabalhador;
  • S-2221 - Exame Toxicológico do Motorista Profissional;
  • S-2240 - Condições Ambientais do Trabalho - Fatores de Risco;
  • S-2245 - Treinamentos, Capacitações, Exercícios Simulados e Outras Anotações.

Tais eventos estão diretamente relacionados à SST, porém existem dados em outros eventos que serão utilizados para compor as informações exigidas pelos formulários substituídos, tais como o PPP e a CAT.

As seguintes informações precisam ser inseridas no sistema:

  • Cadastramento do trabalhador no sistema e a data de admissão (S2200);
  • Monitoramento dos fatores de risco e monitoramento biológico;
  • Comunicação de acidente de trabalho (S2210);
  • Treinamento e capacitação (S2245);
  • Afastamento temporário (S2230);
  • Desligamento (S2299).

No grupo de “Reconhecimento dos Fatores de Risco e Monitoramento Biológico”, estão incluídos os seguintes eventos:

Evento S-1060 – Tabela de Ambientes de Trabalho:

Descrição do ambiente de trabalho e atribuição de um código específico. Essa informação será utilizada na descrição do evento S2240.

Evento S-2220 – Monitoramento da Saúde do Trabalhador:

Evento onde será feito o acompanhamento da saúde do trabalhador e deve conter informações sobre exames médicos complementares e atestados ocupacionais.

Evento S-2240 – Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco

Nesse evento devem ser descritos os fatores de risco aos quais os trabalhadores estão submetidos, de acordo com a Tabela 23. Também deve declarar os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) de uso obrigatório na empresa, assim como os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A entrega dos EPIs deve ser registrada.

Evento S-2245 – Treinamentos, Capacitações, Exercícios Simulados e Outras anotações

Nesse evento devem ser declaradas as informações sobre treinamentos e capacitações e o nome dos empregados autorizados a realizar operações elétricas ou a operarem máquinas ou equipamentos pesados, de acordo com a Tabela 29.

Para garantir o preenchimento e funcionamento correto do sistema do eSocial, sua empresa precisa ter uma gestão de SST eficiente. O Grupo SH Brasil pode atuar na sua empresa trazendo soluções em saúde e segurança no trabalho para o esocial de forma coerente.

A sua empresa está investindo em saúde e segurança do trabalho? Quer saber mais sobre isso e como fazer para ter sucesso nessas questões?

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Norma regulamentadora: conheça a NR 7 e o PCMSO

segunda, 04 de fevereiro de 2019

A Norma Regulamentadora 7 - NR 7 - estabelece que empregadores e instituições que contratam trabalhadores sob o regime da CLT devem elaborar e implementar o PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

Mas qual o objetivo do PCMSO? É o que você vai entender melhor agora! Acompanhe!

Norma regulamentadora - NR 7 e PCMSO: como é elaborado?

O PCMSO é um documento que serve de base para a instauração do programa de saúde ocupacional de uma empresa. A Norma Regulamentadora 7 fornece as instruções que devem ser seguidas, de acordo com as demais Normas Regulamentadoras.

A implementação do PCMSO é obrigatória?

A implementação do PCMSO é obrigatória para todas as empresas que contratem trabalhadores sob o regime da CLT. Mesmo que a empresa possua um único empregado, deve elaborar o PCMSO.

O que acontece quando a empresa não elabora o PCMSO?

Empregados de empresas que não estabeleceram o PCMSO podem ter a sua saúde ocupacional comprometida. Nesse caso, a empresa poderá ser multada pelos fiscais do Ministério do Trabalho.

Quem deve elaborar o PCMSO?

Como a elaboração do PCMSO exige conhecimentos sobre saúde ocupacional, o programa deve ser elaborado por um médico do trabalho. Além disso, a coordenação e a execução do programa deverá ser realizada por esse profissional. 

Quais dados devem constar no ASO?

Ao final de cada exame realizado, o médico deverá emitir o atestado de saúde ocupacional – ASO. No ASO devem constar o seguintes dados:

  • riscos ocupacionais aos quais o trabalhador está submetido, de acordo com a padronização emitida pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho;
  • nome do médico responsável pelo PCMSO, com o respectivo CRM;
  • indicação dos exames médicos realizados pelo trabalhador;
  • definição de apto ou não apto para exercer o cargo;
  • nome, idade, identidade, função do trabalhador.

O ASO deverá ser emitido em, pelo menos, duas vias. A primeira deverá ser arquivada pela empresa e a segunda entregue ao trabalhador. Ele deve ser datado e assinado pelo médico responsável pelo atestado.

O ASO tem como objetivo atestar se o trabalhador está, de fato, apto para realizar determinada função, ou se possui alguma doença que o impeça de ser contrato pela empresa. 

Se o trabalhador for considerado apto, poderá ser admitido. Caso contrário, deverá ser encaminhado ao INSS. Depois de realizar o tratamento médico e ter alta no INSS, o trabalhador poderá passar por novo exame médico e, caso se mostre apto, poderá ser contratado.

 

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Entenda a importância da Higiene Ocupacional.

quarta, 09 de janeiro de 2019

A higiene ocupacional atua de modo a evitar a ocorrência de possíveis doenças relacionadas ao ambiente de trabalho, adquiridas quando o trabalhador é exposto a agentes químicos, físicos, biológicos ou ergonômicos sem a devida proteção contra o risco envolvido.

Mas qual a importância da higiene ocupacional para a empresa? Quais são as etapas da implantação do Programa de Higiene do Trabalho? É o que você vai descobrir agora! Boa leitura!

O que é higiene ocupacional?

A higiene ocupacional antecipa, reconhece, avalia e controla os riscos relacionados à saúde do trabalhador e tem por objetivo proteger o seu bem-estar.

Além disso, a higiene ocupacional busca avaliar a extensão dos riscos ao qual os trabalhadores estão submetidos e, assim, implementar o controle desses riscos para evitar problemas de saúde a longo ou curto prazo.

Etapas do Programa de Higiene do Trabalho

O programa de higiene ocupacional é composto por 3 etapas: reconhecimento, avaliação e controle. O cumprimento das 3 etapas é fundamental para assegurar a prevenção adequada dos trabalhadores da empresa.

Reconhecimento: etapa em que todos os riscos à saúde do trabalhador são catalogados. 

Avaliação: etapa na qual os níveis de exposição dos trabalhadores a possíveis agentes de risco são medidos.

Controle: etapa em que são avaliados os riscos relacionados à saúde do trabalhador. Nessa etapa, amostras de ar são colhidas para determinar se substâncias nocivas ao organismo estão presentes, o nível de ruído nas fábricas são medidos e conselhos práticos sobre como os trabalhadores podem se proteger dos riscos a sua saúde são fornecidos. Além disso, possíveis alterações nos equipamentos e processos devem ser implementados de modo a eliminar ou reduzir riscos.

Grupo Homogêneo de Exposição – GHE

A prevenção das doenças ocupacionais exige que os riscos à saúde dos trabalhadores sejam separados por processos ou por funções de trabalho. O Grupo Homogêneo de Exposição – GHE é responsável por analisar os riscos associados a cada posto de trabalho da empresa.

Os grupos devem ser divididos pelo tipo de risco e pelas funções ou tarefas que estão expostas ao agente ambiental, como

GHE1: Risco de ruído: operador de máquina pesada, mecânico e eletricista.

GHE2: Risco elétrico: eletricista e operador de máquina elétrica.

A análise dos grupos permite identificar os agentes de risco e assim criar o Mapa de Risco da empresa - ferramenta que garante a rápida visualização dos riscos e possibilita que adoções de medidas preventivas sejam tomadas com mais agilidade.

Qual a importância da higiene ocupacional?

Investir em higiene ocupacional traz inúmeros benefícios para a empresa como a diminuição do número de acidentes de trabalho, diminuição de processos judiciais trabalhistas e a melhoria dos processos de trabalho, o que se traduz em uma empresa mais eficiente e competitiva.

O Grupo SH Brasil atua como consultora no acompanhamento da saúde dos funcionários da sua empresa, adotando uma série de medidas de prevenção de doenças ocupacionais.

 

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Doenças de verão e os cuidados essenciais.

segunda, 07 de janeiro de 2019

Como você sabe, a estação mais quente do ano acabou de começar. No entanto, antes de se deitar na areia e aproveitar os dias ensolarados, é importante tomar alguns cuidados para manter a sua saúde em dia e não sofrer com as doenças de verão.

Mas quais são as principais doenças de verão? E como se prevenir? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe a leitura!

Principais doenças de verão

Queimadura de sol

A queimadura de sol é uma das doenças de verão mais comuns, no entanto é capaz de causar enorme desconforto e atrapalhar a rotina diária, uma vez que causa dor, ardência, bolhas e pinicamento. Sintomas mais graves incluem leve tontura e fadiga.

A queimadura de sol afeta o tecido vivo, principalmente a pele, devido a superexposição à radiação ultravioleta. Para se proteger contra os danos causados pela radiação é importante usar filtro solar todos os dias. O filtro deve ser aplicado, pelo menos, 20 minutos antes de sair de casa.

Insolação

A insolação é outra doença de verão muito comum, no entanto, precisa ser tratada imediatamente. Os sintomas incluem aumento da temperatura corporal, dificuldade respiratória, aumento dos batimentos cardíacos e confusão mental.

Para evitar a insolação é preciso evitar se expor ao sol nos períodos mais quentes do dia, especialmente de 11 às 16 horas, usar roupas leves e claras e beber muito líquido durante todo o dia.

Intoxicação alimentar

Devido às altas temperaturas do verão, os alimentos tendem a estragar rapidamente. Para evitar o risco de intoxicação alimentar, a comida preparada e não consumida deve ser guardada imediatamente sob refrigeração. Além disso, deve-se evitar consumir alimentos crus ou mal cozidos.

Outro cuidados incluem comprar e consumir frutas e vegetais frescos e evitar comprar alimentos de barracas de rua ou de vendedores ambulantes. A intoxicação alimentar pode causar vômitos e diarreia. Ao notar os sintomas, procure um médico imediatamente.

Brotoeja

Brotoejas são pequenas erupções vermelhas ou da cor da pele que ocorrem devido ao excesso de calor. A doença afeta principalmente as crianças. As brotoejas são muito semelhantes as espinhas, porém as bolhas tendem a coçar.

Podem ser causadas pelo entupimento das glândulas sudoríparas e pelo excesso de calor. Em geral, as erupções surgem no tronco, pescoço e axilas, regiões que concentram o suor. Os sintomas também incluem queimação, coceira e manchas.

Na maioria das vezes, os sintomas desaparecem sozinhos à medida que o calor e a umidade diminuem e o paciente permanece em locais frescos e ventilados.

O Grupo SH Brasil conta com atendimento de urgência, composta por uma equipe médica altamente especializada. Se os sintomas causados pelas doenças de verão persistirem, consulte um médico imediatamente.

Consultas, exames ou dúvidas? Fale conosco.

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Gestação no ambiente de trabalho: riscos e cuidados.

quarta, 12 de dezembro de 2018

A gestação no ambiente de trabalho demanda cuidados especiais e por esse motivo toda empresa deve fornecer um ambiente seguro para as suas funcionárias grávidas. 

Alguns problemas de saúde podem ocorrer ou se agravarem com o impacto da atividade laboral. Além disso, algumas ocupações podem colocar em risco a saúde do bebê e da gestante.

No post de hoje, vamos explicar quais atividades envolvem riscos e quais são mais adequadas para mulheres grávidas. Acompanhe!

Gestação no ambiente de trabalho: quais atividades envolvem risco?

Área de saúde

Gestantes não devem carregar equipamentos pesados ou realizar trabalhos extenuantes. Também devem se manter longe de espaços com sons altos ou com vibrações advindas de máquinas grandes. Além disso, as gestantes devem se manter longe de locais de trabalho que tenham temperaturas extremas, sejam esses locais frios ou quentes.

Mulheres grávidas não devem operar aparelhos de raio-X e, ao operar máquinas de ultrassom, devem observar cuidados especiais. Caso a gestante lide com algumas dessas atividades, é indicado que passe a realizar tarefas de rotina administrativas durante o período de gravidez.

Beleza e estética

Mulheres que trabalham em serviços de limpeza, em indústrias ou como cabeleireiras acabam sendo expostas a substâncias tóxicas que podem colocar em risco a sua saúde ou a do bebê. 

Para tornar o ambiente mais seguro para a empregada gestante é preciso garantir uma boa ventilação e o uso de equipamentos de proteção individual, capazes de minimizar os riscos.

Área administrativa

A área administrativa, em geral, não representa um risco para a gestação no ambiente de trabalho. Se a atividade exige que a empregada passe muitas horas sentada é preciso fornecer uma cadeira ergonômica que possua apoio lombar e um descanso de pé, para tornar o trabalho mais confortável. 

Área comercial

Empregadas gestantes não devem passar longos períodos em pé. Por isso, sempre que possível, a empresa deve transferi-la para áreas que permitam que a gestante permaneça sentada durante a maior parte do dia. 

Além disso, para amenizar o cansaço, a empresa deve indicar o uso de sapatos e roupas confortáveis.

Fique atento! A CLT assegura alguns direitos às empregadas gestantes:

  • A empregada gestante não pode ser demitida sem justa causa desde a confirmação da gravidez, até os primeiros cinco meses após o parto.
  • Caso o local de trabalho ofereça riscos à gravidez, a empregada tem direito a pedir transferência para outro local de trabalho. Após o fim da licença-maternidade, a empregada tem o direito de retornar à sua função original.
  • A empregada grávida tem direito a se ausentar do trabalho para realizar exames de pré-natal e quaisquer outros exames necessários para garantir o seu bem-estar. Ela também tem direito a seis faltas justificadas, que devem ser comprovadas por atestado médico, durante o período.
  • Caso a empregada sofra aborto espontâneo, tem direito a duas semanas de repouso remunerado.
  • A empregada gestante tem direito ao tempo total da licença-maternidade maternidade, mesmo em caso de antecipação do parto.

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Informações obrigatórias e não obrigatórias para o eSocial.

segunda, 10 de dezembro de 2018

O eSocial é um projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), parte integrante do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC) e constitui um avanço na relação entre o fisco e os contribuintes. O programa reúne e padroniza o armazenamento, e a transmissão de informações trabalhistas, tributárias e fiscais referentes às relações de trabalho.

Mas quais eventos devem ser informados por meio do eSocial? Para ficar por dentro do assunto continue a leitura!

Informações obrigatórias

O eSocial unificará a prestação de informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Além disso, o programa substituirá a entrega de diversas declarações, tais como:

  • GFIP;
  • RAIS;
  • CAGED;
  • DIRF.

A emissão de guias de recolhimento tais como FGTS e GPS, será simplificada. Ou seja, as empresas passarão a informar todos os dados referentes a essas obrigações por meio de uma única plataforma.

O novo sistema eSocial não altera a legislação vigente, apenas a forma como a informação será transmitida. A partir de agora as empresas terão prazos para o envio dos dados, que devem ser observados.

Além disso, as empresas devem ficar atentas para a exatidão dos dados fornecidos, pois quaisquer erros ou desconformidade com a lei poderão gerar multas.

Quais empresas devem aderir ao eSocial?

Empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014:

Competência - Setembro de 2016, obrigatoriedade de prestação de informações por meio do eSocial,

Competência - Janeiro de 2017, obrigatoriedade de informações referentes à tabelas de acidente de trabalho, saúde e condições ambientais de trabalho.

Qualquer atividade ou faixa de faturamento, inclusive órgãos públicos:

A partir de Janeiro de 2017, obrigatoriedade de prestação de informações por meio do eSocial;

A partir de Julho de 2017, obrigatoriedade de prestação de informação referente à tabela de acidente de trabalho, saúde e condições ambientais do trabalho.

Quais são os objetivos do eSocial?

Em breve, o eSocial passará a ser obrigatória para todas as empresas brasileiras, desde as grandes indústrias até os Microempreendedores Individuais (MEIs). O projeto visa unificar informações sobre todos os funcionários de uma empresa desde a demissão até a demissão, incluindo acidentes de trabalho e informações referentes ao Seguro Desemprego.

Os objetivos do eSocial são garantir o cumprimento das obrigações trabalhistas, padronizar e integrar os cadastros das pessoas físicas e jurídicas e combater a sonegação fiscal. Como o sistema unificará diferentes dados em uma única plataforma, as autoridades fiscais passarão a ter um maior controle sobre as informações prestadas e maior agilidade na consulta dessas informações.

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Doenças respiratórias: como prevenir e tratar.

segunda, 03 de dezembro de 2018

Os cuidados com as doenças respiratórias

Muitas das infecções respiratórias, tais como a tuberculose e a pneumonia, são causadoras das milhares de mortes em diferentes idades, principalmente em países subdesenvolvidos. O cuidado que se deve ter com essas doenças está ligado às complicações que afetam o trato e todos os órgãos do sistema respiratório.

Existem fatores de risco como o próprio tabagismo, doenças do sistema imunitário, poluição e, em casos de ambientes laborais, a exposição a poluentes atmosféricos e condições alérgicas.

As doenças respiratórias podem variar de nível e tipo. Por exemplo, consideradas de nível baixo, temos os resfriados e gripes comuns, de nível alto, encontramos as infecções que possibilitam o risco de vida, como a pneumonia e a bronquite asmática crônica.

Principais doenças respiratórias e como tratá-las

Praticamente, a ampla maioria das doenças respiratórias requer um tratamento continuado, a fim de manter todos os possíveis riscos da doença sob controle. 

Incluídas nas listas superiores do ranking mundial de saúde, as doenças respiratórias crônicas, em seus diferentes diagnósticos, recebem tipos de tratamentos específicos.

Um dos principais fatores que contribuem para o aumento destes riscos é a própria desinformação, além da ausência de serviços de educação e prevenção dentro dos ambientes de trabalho, nas doenças ocupacionais, e a falta do tratamento continuado.

Conheça algumas destas principais doenças e como tratá-las de forma continuada:

Asma

A asma ou a bronquite asmática já ocupa a terceira colocação no ranking mundial, apresentando-se como de nível alto por caracterizar-se como de risco.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia, existem mais de 22 milhões de asmáticos no país. Para o tratamento de asma, as medicações de uso contínuo ajudam a minimizar a inflamação dos brônquios, e que podem ser administrados de diferentes formas.

Câncer de pulmão

De forma crescente, vem tomando a atenção para as insalubridades laborais, concentrando-se a sua ação nos espaços fechados e com riscos de infecções. 

Atualmente, os médicos usam a cirurgia torácica videoassistida no tratamento de alguns pequenos tumores pulmonares.

Entre as formas de tratamento, incluem-se a radioterapia, quimioterapia, a terapia de manutenção que combina a anterior com a combinação de mais remédios, a imunoterapia e até vacinas.

Tuberculose

Voltou a estar entre as mais preocupantes nos últimos anos, devido à falta de prevenções e informações, elevando os seus riscos. 

O tratamento para tuberculose é realizado de acordo com a idade e o estado geral de saúde, porém são geralmente utilizados antibióticos orais.

Existem outras doenças respiratórias como:

  • Broncopatias e Pneumopatias;
  • Transtornos Respiratórios;
  • Doenças Nasais;
  • Infecções Respiratórias;
  • Doenças Pleurais;
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
  • Enfisema Pulmonar.

Em razão de algumas destas doenças crônicas não possuírem cura, o tratamento continuado exerce um fator muito importante, já que ameniza, previne e principalmente causa menos impacto na saúde e vida da pessoa.

Toda forma de prevenção é bem vinda e deve ser sempre estimulada, com medidas sérias para o controle imediato de custos e mais investimentos em saúde. Estas recomendações fazem parte das medidas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) promove, na tentativa de integrarem-se aos programas de prevenção e tratamento das doenças respiratórias.

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Saiba como o eSocial promove a integração entre as áreas profissionais.

quarta, 28 de novembro de 2018

O eSocial é um projeto do Governo Federal, que envolve a Receita Federal, Ministério da Previdência Social, INSS, Caixa Econômica Federal e Ministério do Trabalho. Além de integrar todos esses órgãos, a implantação desse sistema também promove a integração entre profissionais.

Trata-se da criação e execução de sistema integralmente online, que deve armazenar e fornecer aos órgãos envolvidos, todas as informações sobre os funcionários de empresas de todos os portes, inclusive no caso de trabalhadores domésticos.

A intenção é proteger os direitos trabalhistas dos brasileiros de forma mais eficiente, evitando fraudes por parte dos empregadores para burlar a legislação e diminuir os custos dos encargos.

O eSocial e a integração entre profissionais

O primeiro impacto causado pelo eSocial será na área de Recursos Humanos. Este setor sentira a necessidade de ser mais eficiente em relação a tudo que acontece com os funcionários dentro da empresa.

Toda a gestão precisa ser aprimorada, pois o sistema acusará qualquer informação incorreta e isso pode gerar problemas e sanções aos empregadores. Por isso, toda ocorrência deverá ser apontada e informada com exatidão.

Sendo assim, vários setores precisam trabalhar de forma conjunta, o que acaba gerando maior integração entre profissionais de diversas áreas, mas principalmente de segurança e medicina do trabalho, recursos humanos, departamento jurídico e contabilidade.

É aí que entre a integração entre profissionais, uma vez que a comunicação de eventos precisa fluir, e há de se ter organização e transparência nos departamentos.

Assim, além da aproximação que já ocorre entre o departamento de RH, de Contabilidade e do Jurídico, haverá a integração entre profissionais da Segurança e Medicina do Trabalho, já que algumas ocorrências do eSocial terão ligação com os profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

Um exemplo são os registros de comunicação de acidente de trabalho e monitoramento da saúde do trabalhador, atestados admissionais e demissionais, entre outros.

Um outro efeito do eSocial nas organizações é quanto à necessidade de que gestores de todas as áreas tenham um bom conhecimento sobre a legislação trabalhista brasileira.

Dessa forma, todos estarão em consonância com o sistema, para atender suas necessidades e funcionamento adequado.

Para empresas de pequeno e médio porte, por exemplo, que muitas vezes não possuem toda a estrutura necessária em todos os departamentos, torna-se ainda mais importante investir na gestão da segurança do trabalho, pois isso facilitará o uso do eSocial e será de grande valia para o bom andamento das atividades.

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Dor Neuropática e seus desdobramentos.

segunda, 26 de novembro de 2018

A dor neuropática faz parte do rol de dores crônicas. Saiba mais sobre esta enfermidade, suas causas e quais tratamentos recomendados.

Entre os tipos de dores crônicas, está a dor neuropática. Ela afeta o sistema nervoso central – que é formado pelo cérebro, tronco ou medula espinhal, ou o sistema nervoso periférico, composto pelas raízes e nervos periféricos.

Este é um problema de saúde que afeta cerca de 10% da população mundial e, infelizmente, os números só têm aumentado com o passar dos anos.

A dor neuropática ocorre, geralmente, em uma ou mais partes do corpo. Seu diagnóstico é difícil, pois métodos e exames convencionais podem não detectá-la. As causas são as mais diversas, mas na maioria dos casos a dor neuropática ocorre na iminência de doenças graves, como câncer ou diabetes, por exemplo.

Além disso, essa dor também pode ocorrer em  consequência de doenças degenerativas, que acabam por comprimir ou lesionar a raiz dos nervos da coluna.

Características da Dor Neuropática

A forma como a dor neuropática se apresenta é bem variada. Pode ser com uma sensação peso, queimação, agulhadas, choques ou ferroadas. O formigamento, às vezes, também ocorre, assim como uma sensação de dormência em alguma parte do corpo.

Quando a dor é localizada, significa que apenas um trajeto do nervo está comprometido, e a isso chama-se mononeuropatia. Já quando é o caso de uma dor mais generalizada e difusa, pode significar que vários nervos estão danificados, chamando a isso de polineuropatia. Nesse caso, a dor pode ocorrer, por exemplo, em braços e pernas ao mesmo tempo.

A dor neuropática pode ser contínua ou intermitente e sua intensidade varia, a intensidade da dor varia de fraca a insuportável, e isso depende do estágio da doença e do quão comprometidos já estão os nervos.

O que causa essa dor?

Alguns fatores são responsáveis pelo surgimento da dor neuropática. A seguir, temos uma lista do que causa essa enfermidade:

  • Traumas que ocorrem em acidentes ou fraturas que afetem os nervos ou a coluna, ou ainda em cirurgias que levam a dores agudas no período de convalescença ou no pós-operatório, que podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas de forma adequada;
  • ​- Doenças infecciosas, sejam elas causadas por bactérias ou vírus, podem afetar os nervos através da liberação de toxinas, ou até mesmo por degeneração causada por esses microorganismos;
  • ​- Acidentes que afetem a coluna, de modo a lesionar a medula e, assim  causar dor intensa e persistente;
  • ​- Deficiência nutritiva e alcoolismo, pois afetam as funções nervosas de modo significativo, desencadeando a dor;
  • ​- Diabetes mellitus, na sua fase degenerativa. Pode causar lesão na “capa” que reveste os nervos, causa a chamada neuropatia diabética. 

Diagnóstico e tratamento

O tratamento da dor neuropática é sempre objetivando a cura. Contudo, quando isso não é possível, aliviar a dor e devolver a qualidade de vida do paciente tornam-se o foco.

Porém, o tratamento varia de acordo com a doença que ela anuncia e o estágio em que encontra. O objetivo é cuidar do nervo, especificamente, ou da doença que está atingindo esse nervo e causando a dor. 

Como em qualquer doença, o diagnóstico precoce é imprescindível para garantir o sucesso do tratamento. No caso da dor neuropática, por ser um alerta para doenças graves, é muito importante estar atento aos sintomas e procurar ajuda profissional qualificada.

Na Clínica da Dor, no hospital Santa Helena, são encontrados os melhores profissionais da região para cuidados da dor neuropática, entre outras enfermidades crônicas. Além disso, a estrutura física do Instituto de Ortopedia permite ao paciente os melhores cuidados com sua saúde, garantindo bem-estar e recuperação adequada. 

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NR 6: a importância do EPI no ambiente laboral.

quinta, 22 de novembro de 2018

A segurança no trabalho vem exigindo cada vez mais das empresas se adequarem às normas regulamentadoras, garantindo assim, por um lado, proteção para o trabalhador e, por outro, maior eficiência e produtividade para o empregador. Baseado nisso, dispomos de algumas informações úteis sobre o uso de EPI no ambiente laboral, como trata a NR 6. Confira!

O que são os EPI?

Os EPIs - Equipamentos de Proteção Individual são as ferramentas de trabalho que servem para a proteção e prevenção de acidentes laborais. Como a NR 6 indica, o EPI faz parte das medidas de segurança que devem ser adotadas pelo empregador a seus colaboradores, a fim de assegurar a proteção individual e a minimização total dos riscos no trabalho. O EPI deve ser seguido conforme a norma regulamentadora como parte da rotina da empresa.

Existem disponíveis vários tipos de equipamentos de proteção, sendo cada um específico de acordo com a função exercida, tais como:

  • capacetes;
  • calçados de segurança;
  • luvas especiais;
  • óculos de proteção;
  • protetores auriculares;
  • máscaras;
  • cintos de segurança;
  • respiradores.

A importância do EPI e seu uso como norma regulamentadora

Existem diversas formas de utilização do EPI por parte dos empregados, variando de acordo com o seu setor de trabalho, que pode ser desde a área da construção civil, hospitalar, industrial, gastronomia, laboratorial, etc. A sua importância se dá pelo que a NR 6 dispõe:

"Considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho."

Além disso, a NR 6 ainda estabelece que "a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento". 

Desta forma, a prevenção dos acidentes de trabalho bem como as doenças ocupacionais que geralmente acarretam os trabalhadores por descuidos do empregador requer uma conferência adequada de todos estes procedimentos. O serviço de uma terceirizada na gestão da saúde e da segurança, além de ser essencial para a empresa, fornece ao empregador as condições necessárias de proteção de toda modalidade de riscos.

E mais, apenas cumprir as normas regulamentadoras não faz da empresa apta, segundo a NR-6, já que é necessário realizar o treinamento de conscientização e uso do EPI.

Desta forma, a garantia do uso desses equipamentos é de extrema importância para empregador e empregado. A saúde e a segurança do trabalhador sendo asseguradas, não comprometerão a vida profissional do mesmo e estabelecerão uma relação de ações assertivas.

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